Lindo"

terça-feira, 30 de abril de 2013

Aula: A fé que transporta montanhas

Aula: A fé que transporta montanhas
Turma: Jardim – Sala Joanna de Angelis
Bibliografia: Evangelho Segundo o Espiritismo, cap.18, itens 1 a 7, 11 e 12
I – Acolhida e Harmonização.  Duração – no máximo cinco minutos.
1 – Exercício: Colocar um cd com música bem suave. Quando as crianças entrarem na sala, pedir para se postarem em círculo, fecharem os olhos e prestar atenção na música
2 – Relaxamento:
3 – Respiração:
Obtido o relaxamento muscular, cada um passa a concentrar sua atenção na respiração, inspirando naturalmente, com a boca cerrada, retendo o ar um pouco e expirando, abrindo suavemente os lábios.
Este método de respiração, utilizado diariamente possibilita uma renovação orgânica e, em conseqüência, maior vitalidade.
  II. Prece.
 III. Atividades
1)            Dinâmica:
Material:
a)     Duas árvores feitas de galhos secos e folhas de papel ou EVA, fixadas em dois vasos (a primeira árvore deve ser frondosa, com galhos grandes e muitas folhas, nela estando dependuradas as frutas boas e suculentas, a segunda com folhas secas e esparsas, contendo apenas poucas frutas estragas).
b)     Frutas (laranjas, bananas, uvas, mixiricas) tanto boas quanto algumas estragadas.
c)      Um caminho desenhado no chão tendo ao final uma bifurcação dando para cada árvore.
d)     Debaixo da árvore frondosa colocar vários bichos (de plástico ou de pelúcia) e bonecos.
Procedimento:
Pedir às crianças para imaginarem que estão numa jornada há muito tempo. Estão caminhando sob o sol forte, cansadas, com fome e sede. Leve-as pelo caminho, ao final da estrada dividir a turma ao meio, encaminhando cada equipe para uma árvore. Observar atentamente a reação das crianças. Podem ocorrer várias situações, dentre elas: aquelas que forem encaminhadas para a árvore boa chamarem pelas outras ou, ao contrário, zombarem da outra equipe. Intervenha com a atitude adequada. Peça a todas para se sentarem em almofadas que você irá distribuir e colocar em torno da árvore boa, fecharem os olhos e elevarem a Deus a uma prece de gratidão por, após tão longa caminhada, encontrarem a sombra e o frescor da árvore amiga, a companhia dos animaizinhos que os alegram e o alimento que sacia sua fome e aplaca sua sede.
2)       Apresentar o tema da aula
Hoje nós vamos aprender sobre a fé. Alguém sabe o que é fé? Vocês conhecem alguma história sobre a fé? Incentivar os Evangelizandos a falar e discutir sobre a fé.
3)     Contar essa estória:
A Lição do Jabuti

A águia abriu as grandes asas e ergueu vôo. E viu na Floresta Maravilhosa vários porquinhos brincando de rolar pela grama. “Onde estará a mãe deles?” – pensou ela. E, como não vise Dona Porca pelas redondezas, voou com rapidez em direção aos porquinhos e... zás! Levou um para o seu ninho na Montanha Azul.


- Pare de chorar, disse a águia. Não vou lhe fazer mal. Eu vivo sozinha e você será tratado como se fosse um filhote meu.
Mas o porquinho continuava a chorar, cada vez mais alto, chamando pela verdadeira mãe.
- Já lhe disse para não chorar nem gritar. Não quero ficar irritada e castigar você.

Enquanto isso, lá em baixo, Dona Porca e seus filhinhos continuavam desesperados com o que acontecera. Foi quando vários animais, ouvindo lamentações, aproximaram-se, perguntando o que houve.


- A águia levou para o pico da montanha um de meus filhinhos! Ajudem-me! Por favor, ajudem-me! Quero meu filhinho mais novo de volta!
Os animais entreolharam-se
- Eu gostaria de ajudá-la, disse o urso. Mas não posso, não tenho forças para subir a montanha, que é muito alta!
- E o senhor coelho?
- Eu?
- Sim, pode me ajudar?
O coelho sacudiu a cabeça, negativamente.
- Ah, não posso... Tenho medo de dona Águia!
Nesse momento, aproximou-se devagarzinho o jabuti conhecido pelo apelido de “Capacete”, devido à sua casca. E foi logo dizendo:
- Se a dona porca quiser, estou aqui para ajudá-la. 
Os animais deram uma gargalhada.
- Ajudar com essas pernas curtinhas e esse corpo pesado? Exclamou o esquilo rindo.
- Você não conseguirá com essas perninhas e com esse peso chegar ao pico da montanha! É melhor desistir, acrescentou a corsa, achando, também graça.
O jabuti, muito sério, respondeu:
- Deus ajuda quem tem boa vontade. Eu sou pesado e tenho as pernas curtas, é verdade. Mas com minha vontade hei de trazer de volta o filhinho de dona porca.
E começou lentamente a subir a montanha. 

Gastou muito tempo para chegar ao alto. A águia, felizmente, fora buscar alimentos, longe... O porquinho, ao ver o jabuti, saiu do ninho e correu ao seu encontro.

- Graças a Deus alguém veio me salvar! Rezei tanto para isso! Como está minha mãezinha?
- Sua mãe e seus irmãos estão bem, respondeu o jabuti, respirando com dificuldade. Eu é que não estou... Deixe-me respirar um pouco... Pronto! Agora sim, estou ótimo!
- Como fugir daqui? Não sei o caminho de volta e você, Capacete, não consegue correr. A águia nos pegará... Ela vai voltar de um momento para o outro!


- Tenha fé em Deus e encontraremos uma solução.
- Olhe! Exclamou de repente o porquinho, arregalando os olhos. Veja aquela nuvem negra... É a águia! Ela chegará dentro de pouco tempo! O que fazer?
- Orar meu amiguinho. A fé remove montanhas! E nós estamos em uma montanha... Vamos orar!
E começaram a orar o Pai Nosso. Após a prece, ambos viram aparecer o espírito luminoso do pai do jabuti, que disse:
- Ouvi o pedido de socorro e vou ajudá-los. Ao pé desta montanha existe um grande lago de águas azuis. Vocês devem mergulhar nele.

- Eu sei nadar muito bem. Foi o senhor que me ensinou! Respondeu o porquinho.
- Depressa meu filho. Faça o que eu disse! A águia já está chegando. Mergulhe no lago com seu amiguinho... Coragem!

O jabuti pediu que o porquinho se agarrasse firme em seu casco.
- Segure com mais força. Assim!
E ambos se atiraram no lago... Tibum! Exatamente quando a águia pousava no ninho.
Dona porca, quando viu o filhinho chegar carregado pelo jabuti, correu ao seu encontro, chorando de alegria.

O jabuti, humilde, olhava os dois.
- Deus lhe pague pelo que fez! Disse dona Porca. Realizou uma façanha que muitos animais grandes e ligeiros não seriam capazes! Como conseguiu?
- Com a minha fé! Respondeu o jabuti.

E, lentamente, afastou-se, enquanto pensava:
- Eu nada sou, mas, estando com Deus, que pode o mundo contra mim?

Obs.: O Evangelizador pode mostrar as figuras, mas se tiver tempo pode montar o seguinte cenário para contar a estória dramatizando, que os Evangelizandos vão adorar:
_ Uma pradaria com grama, árvores, montanhas e um lago. Uma placa de isopor serve como base. Papel camurça verde dá um bom gramado, ou papel verde picado, musgo, areia tingida de verde. As montanhas podem ser feitas com jornal amassado e pintado, ou cones de isopor. O lago de papel celofane azul.  
Você pode usar bichinhos de plástico, biscuit, resina ou fazê-los de feltro, dobradura ou fantoches de varetas.

4)     Indagar e explicar para os Evangelizandos:
O que vocês acharam da estória?
Vocês viram como o jabuti, mesmo pequeno, com perninhas curtas e andando devagar salvou o porquinho? O que será que motivou o jabuti a superar todas as dificuldades, suas limitações (tamanho, incapacidade de ser rápido, ter perninhas curtas, não agüentar carregar o peso do porquinho), a distância da alta montanha, o medo?
Incentivar as crianças a chegarem à resposta: a fé!
O Mestre Jesus nos ensinou que a fé transporta montanhas, isso não é tirar a montanha de um lugar e colocar no outro. A montanha que a fé transporta são as dificuldades, os medos, a luta constante para corrigirmos nossos defeitos e superarmos os obstáculos e desafios.
5)     Artes:
Vamos fazer um porquinho de garrafa Pet? 

Veja o PAP aqui!:

6) Cantar a música “Coragem e Fé” de Jean Charlles:


Compositor: Jean Charlles
Tom: G
                 
Em D C 4x 
G                               C
Quero ter coragem e fé em toda dor
         D                   G       G4   G
Em todo mal que acontecer comigo
                                    C
Sábia luz de eterno amor que vem de Deus
        D                  G        D/F#  Em
E o consolo de tão grande amigo
 
                          C9    Em
Sei que vem provar minha fé
               C9                   Em
Se confio na Tua vontade
                  C9
Se me manterei de pé
       D
Mesmo até
  C            Dsus  G
Após a grande tempestade
 
       D/F#   C          D            G
O que semear aqui por toda a minha vida
      D/F#       C        Dsus  G
Colherei na vida do espírito
       D/F#          C          D            G
Frutos de coragem e fé ante o medo e a fraqueza
      D/F#        C       Dadd9   G
Provirão de Teu amor perfeito
 
       D/F#     C          D          G
Se um dia sucumbir, vou querer levantar
          D/F#        C        Dsus  G
E seguir a caminhada firme em Tua mão
          D/F#      C            D          G
E quando forte estiver e alguém vier perguntar
             D/F#        C      Dadd9      intro
É Cristo em minha alma, corpo e coração

6)    Prece Final.
     
Subsídios para o Evangelizador:

 Portal do Espírito

A sua referência sobre Doutrina Espírita na Internet Fé que transporta montanhas
Grupo Espírita Apóstolo Paulo
Porque na verdade vos digo que, se tiverdes fé como um grão de mostarda, direis a este monte: Passa daqui para acolá, e ele há de passar, e nada vos será impossível. (Mateus, XVII: 14-19)
Fé humana e fé divina
- A fé é humana ou divina, segundo a aplicação que o homem der às suas faculdades, em relação às necessidades terrenas ou às suas aspirações celestes e futuras. (O Evangelho Segundo o Espiritismo, XIX, 12)
Fé cega e fé racional
- A fé necessita de uma base, e essa base é a perfeita compreensão daquilo em que se deve crer. Para crer, não basta ver, é necessário sobretudo compreender. (O Evangelho Segundo o Espiritismo, XIX, 6)
Fé ativa e fé passiva
Meus irmãos, que aproveita se alguém disser que tem fé, e não tiver as obras? Porventura a fé pode salvá-lo? Assim também a fé, se não tiver as obras, é morta em si mesma. (Tiago 2, 14 e 17)
Acima, colocamos um exemplo de como a palestra pode ser apresentada em uma lousa. A seguir, os comentários que podem ser feitos a cada item em destaque.

Fé que transporta montanhas

Este tema visa esclarecer ao público qual o verdadeiro sentido da fé e o que ela significa para as nossas vidas. Como a Doutrina Espírita compreende este sentimento e de que forma colocá-lo em prática frente às dificuldades da existência.
Porque na verdade vos digo que, se tiverdes fé como um grão de mostarda, direis a este monte: Passa daqui para acolá, e ele há de passar, e nada vos será impossível. (Mateus, XVII: 14-19)
Explique esta passagem, onde Jesus diz que quem tiver fé do tamanho de um grão de mostarda, ou seja, muito pequeno, terá capacidade para remover montanhas. Com isso, o Mestre nos faz refletir sobre quanto somos descrentes nos momentos difíceis. Que temos muita teoria, mas na hora da prova, fraquejamos. E que uma pequena dose de fé já nos faria maravilhas.
É necessário deixar claro que as montanhas que serão transportadas são um simbolismo dos nossos problemas, dificuldades. São também as nossas limitações, os nossos defeitos e imperfeições.
Jesus nos deixa claro o poder deste sentimento tão falado e tão pouco compreendido e praticado, pois ele esclarece que nada nos será impossível se soubermos usar esta poderosa força espiritual.
Fé humana e fé divina
- A fé é humana ou divina, segundo a aplicação que o homem der às suas faculdades, em relação às necessidades terrenas ou às suas aspirações celestes e futuras. (O Evangelho Segundo o Espiritismo, XIX, 12)
No Evangelho Segundo o Espiritismo, no capítulo 19, item 12, Kardec define a fé como sendo uma força de vontade direcionada para um certo objetivo, ou seja, a vontade de querer. E esta força pode ser aplicada em dois campos distintos: o material e o espiritual, conforme o objetivo proposto.
No campo material, Kardec define a fé como humana, quando ela é usada para conseguir objetivos materiais e intelectuais, como por exemplo: a construção de uma empresa, a melhoria profissional buscando novos horizontes de atuação. Todos nós temos que ter esta fé, que é a crença em nossa própria capacidade de realizar uma tarefa material. Mas ela deve ser aliada à humildade e à racionalidade, para não se transformar em orgulho, sentimento este que nos traz ilusões sobre a nossa personalidade.
Cite ao público vários exemplos de homens que realizaram grandes tarefas para o bem da sociedade, acreditando no seu próprio potencial, em vários campos de atuação, como por exemplo: a política, as ciências, os descobrimentos e também o campo empresarial.
No campo espiritual, Kardec define a fé como divina, pois ela orienta o homem na crença em uma força superior a ele e a tudo, que direciona a sua capacidade na busca de algo além do material, na descoberta do seu lado imortal. É a religiosidade, agregando a caridade, a fraternidade e a melhoria interior.
Esta fé, aliada à fé humana, espiritualiza os objetivos desta última e direciona esta força material para a satisfação da coletividade e não mais só da individualidade.
Fé cega e fé racional
- A fé necessita de uma base, e essa base é a perfeita compreensão daquilo em que se deve crer. Para crer, não basta ver, é necessário sobretudo compreender. (O Evangelho Segundo o Espiritismo, XIX, 6)
Aqui vamos definir a fé que a nossa Doutrina veio propagar, que é a Fé Racional. Aquela que conforme este trecho do Evangelho Segundo o Espiritismo, veio aliar a este sentimento de crença e vontade de querer, uma qualidade própria do nosso tempo, que é a razão. É ela quem dá uma base sólida a nossa crença, podendo encarar a ciência e o progresso a qualquer tempo. E que também nos ensina que não basta só crer ou ver, é também necessário compreender. Isto se aplica principalmente ao Espiritismo, onde o estudo e a prática da caridade são fundamentais para um bom desenvolvimento do trabalhador espírita. Não basta também sentir, ver, ouvir, incorporar ou falar com os espíritos, é importante compreender sua natureza, o seu ambiente, a sua ação no mundo material e no espiritual. Reafirme o que diz o E.S.E., que é necessários compreender antes de ver.
Deixe claro o perigo da fé cega, aquela que acredita sem compreender, sem questionar, pois ela é a gênese do fanatismo religioso que causou tanto mal para a humanidade, e que deve ser combatida com serenidade e racionalidade
Fé ativa e fé passiva
Meus irmãos, que aproveita se alguém disser que tem fé, e não tiver as obras? Porventura a fé pode salvá-lo? Assim também a fé, se não tiver as obras, é morta em si mesma. (Tiago 2, 14 e 17)
Encerrando a palestra, saliente que a Fé sem obra não vale nada, mesmo a Fé Racional, pois só o conhecimento não salva ninguém. É vital aplicarmos o que estamos aprendendo e o que já sabemos, mudando o mundo em nossa volta, primeiramente o nosso interior e depois a parte externa.
Não adianta nada lermos toda a Bíblia, todas as obras da codificação, todas as obras complementares, se todo este cabedal de ensinamentos não mudar o nosso espírito para melhor, transformando em obras materiais e espirituais o que aprendermos. É o benefício que podemos fazer ao próximo, e que, com certeza, será também revertido para nós mesmos.
Paz e luz!
Laura




Cofre - Porquinho de PET

Vamos fazer um lindo cofrinho-porquinho para poupar?
Material:
  • garrafa PET pequena com tampa;
  • 4 tampas de garrafas PET ou 4 rolhas;
  • tintas acrílicas;
  • cartolinas;
  • fita cola dupla face;
  • tesoura;
  • marcador;
  • outros materiais a gosto, como botões para os olhos.
Como fazer:
  1. Tirar os rótulos da garrafa,
  2. Lavar a garrafa com água e sabão,
  3. Deixar secar bem,
  4. Fechar a garrafa e coloá-la na horizontal,
  5. Com o marcador marcar o local onde quer fazer o furo para colocar as moedas,
  6. Com a tesoura ou estilete abrir o orifício pela marca (se você for criança pedir para um adulto fazer isso!),
  7. Colocar os pés do porquinho (pode ser de tampinhas, rolhas ou rolinhos de EVA,
Agora é só colocar mãos à obra, dando asas à imaginação! Quanto mais materiais reaproveitados você utilizar, mais bonito, estiloso e ecologicamente correto seu porquinho ficará!
Dicas:
Utilize cola quente para colar os pés, 
Utilize fita cola dupla para prender o papel ou cartolinas à garrafa,
Se vai pintar a garrafa passe primeiro uma demão de primer para artesanto, para a tinta não descascar!

Pronto! Você terá um cofrinho personalizado e estará contribuindo com o meio-ambiente!
Esse porquinho aqui 
é super estiloso, você encontra o PAP no Blog Amiga da Educação.
Paz e Luz!
Laura

terça-feira, 23 de abril de 2013

Aula: Reconhece-se o cristão pelas suas obras



Aula: Reconhece-se o cristão pelas suas obras

Bibliografia: Evangelho Segundo o Espiritismo, cap.18, II, 16
I – Acolhida e Harmonização. Duração – no máximo cinco minutos.
1 – Exercício: Colocar um cd com música bem suave. Quando as crianças entrarem na sala, pedir para se postarem em círculo e fazerem o seguinte exercício: com todos em silêncio, murmurar o nome de duas crianças que, sem ruído, trocam de lugar enquanto os outros permanecem imóveis. Continuar até todos trocarem de lugar.
2 – Relaxamento:
3 – Respiração:
Obtido o relaxamento muscular, cada um passa a concentrar sua atenção na respiração, inspirando naturalmente, com a boca cerrada, retendo o ar um pouco e expirando, abrindo suavemente os lábios.
Este método de respiração, utilizado diariamente possibilita uma renovação orgânica e, em conseqüência, maior vitalidade.

  II. Prece.
 III. Atividades
1)        Dinâmica:
Material:
a)     Duas árvores feitas de galhos secos e folhas de papel ou EVA, fixadas em dois vasos (a primeira árvore deve ser frondosa, com galhos grandes e muitas folhas, nela estando dependuradas as frutas boas e suculentas, a segunda com folhas secas e esparsas, contendo apenas poucas frutas estragas).
b)     Frutas (laranjas, bananas, uvas, mixiricas) tanto boas quanto algumas estragadas.
c)     Um caminho desenhado no chão tendo ao final uma bifurcação dando para cada árvore.
d)     Debaixo da árvore frondosa colocar vários bichos (de plástico ou de pelúcia) e bonecos.
Procedimento:
Pedir às crianças para imaginarem que estão numa jornada há muito tempo. Estão caminhando sob o sol forte, cansadas, com fome e sede. Leve-as pelo caminho, ao final da estrada dividir a turma ao meio, encaminhando cada equipe para uma árvore. Observar atentamente a reação das crianças. Podem ocorrer várias situações, dentre elas: aquelas que forem encaminhadas para a árvore boa chamarem pelas outras ou, ao contrário, zombarem da outra equipe. Intervenha com a atitude adequada. Peça a todas para se sentarem em almofadas que você irá distribuir e colocar em torno da árvore boa, fecharem os olhos e elevarem a Deus a uma prece de gratidão por, após tão longa caminhada, encontrarem a sombra e o frescor da árvore amiga, a companhia dos animaizinhos que os alegram e o alimento que sacia sua fome e aplaca sua sede.
2)        Apresentar o tema da aula
Perguntar aos Evangelizandos qual das duas árvores é a boa árvore. Pedir para eles explicarem o porquê de escolherem aquela.
Dizer que reconhece-se uma boa árvore pelos seus bons frutos, pela sombra que proporciona: por ser útil.
Nosso Mestre Jesus nos ensinou que assim também somos conhecidos: por nossos “frutos”. E quais são os “frutos bons” que devemos dar? (deixar que respondam).

3)Contar uma dessas estórias:
Para os Evangelizandos menores:

As duas árvores:
Ao longo de uma longa estrada por onde passavam muitos viajantes e animais cansados e famintos havia uma bifurcação no caminho. Um desvio levava o viajante mais rápido para o final da jornada, mas tinha à sua entrada uma árvore ressecada, triste e que dava poucos frutos, e apesar de poucos, estragados. O  outro caminho tinha em sua entrada uma  antiga, grande e frondosa árvore, que oferecia sombra fresca para os viajantes descansarem, além de deliciosos frutos que saciavam sua fome e aplacavam sua sede.
Todos já conheciam a maravilhosa bondade daquela árvore, que proporcionava sombra e abrigo para as pessoas e animais, e ainda dava-lhes frutos deliciosos que os sustentava na jornada. Assim, aquela árvore foi ganhando a gratidão, a amizade e o respeito de todos que por ali passavam.
A outra árvore, entretanto, não atraia ninguém para perto de si, gaba-se por só dar frutos imprestáveis para serem comidos, pois achava que se as pessoas comessem de seus frutos lhe tirariam o que ela tinha de melhor. Gostava que ninguém se agasalhasse sob sua copa, pois achava que suas folhas deviam servir tão somente para  ela e mais ninguém, e  ainda provocava a boa árvore:
- Você é uma boba, todas essas pessoas e animais se agasalhando embaixo de você, comendo de seus frutos, sem lhe dar nada em troca. Assim você vai acabar sem nada, porque distribui sombra e alimento de graça para todo o mundo.
A boa árvore, porém, respondia:
- Você está enganada, minha amiga. Quanto mais meu coração deseja sinceramente cobrir aqueles que se abrigam sob minha copa do sol, da chuva e do sereno da noite mais o Senhor de todos os mundos me concede vigor e folhagens espessas e belas. Minhas flores perfumam a vida daqueles que por aqui passam, e eles levam em suas memórias meu perfume para todo o sempre. Quanto mais os alimento com meus frutos, que para isso foram criados por Deus, mais frutos eu consigo produzir, pois o amor e a gratidão que sentem em seus corações me fortalece e alegra.
Ouvindo aquelas palavras cheias de sabedoria a árvore má enchia-se de inveja e retrucava:
_Ah, mas você pode  se dar ao luxo de sair por aí distribuindo sombra, perfume e frutos, porque Deus te fez bonita, frondosa  e produtiva. Já eu, coitadinha, eu quase nada tenho, se for dar o que tenho fico sem  nada.
- Oh, mas isso não é verdade, minha menina – respondeu a boa árvore – para ser bom é necessário apenas desejar firmemente, pedir ajuda a Jesus e aos bons espíritos, esforçar-se para melhorar e você vai conseguir, isso eu tenho a certeza!
Assim, a partir daquele dia a árvore foi se esforçando para estender suas folhinhas sobre aqueles que ali passavam, orava fervorosamente para conseguir ser  útil, e, dia a dia, lutando contra suas imperfeições, foi se transformando numa árvore tão linda, frondosa, perfumada e útil como sua amiga. E todos ganharam: os viajantes, os animais e as duas árvores amigas!
Laura Souza Machado

Para os Evangelizandos maiores:

         Chegando em casa após as aulas, Denis procurou não fazer ruído. Entrou pé-ante-pé, com receio de enfrentar a mãe. Todavia, não escapou da pergunta costumeira:
         — Onde esteve, meu filho?
         — Ora, mamãe! No colégio, é lógico!
         — Denis, suas aulas terminaram às 5 e já passam das 7 horas da noite. O que fez nesse tempo todo?
         A senhora se preparou para ouvir as explicações do filho, que nos últimos dias aconteciam com frequência. Denis fez cara de inocente e retrucou:
         — Poxa, mamãe! Tenho que dar conta de todos os meus passos? Estava com amigos, ora!
         — Que amigos?
         — Uma turma legal que conheci há algum tempo.
         Como o pai não tardaria a chegar e ela estivesse atrasada com a refeição, a senhora deu por terminada a conversa, dizendo:
         — Falaremos sobre isso depois, meu filho. Agora, tome o seu banho e não demore. Hoje é dia de nosso Evangelho no Lar, lembra-se?
         O garoto concordou, feliz por ter se livrado da bronca.
         Após o jantar, sentaram-se para fazer o Evangelho. O pai Eugênio, a mãe Clara, Luciana de 6 anos e Denis.
         A lição da noite, aberto o livro ao acaso, foi:
         “A árvore que produz maus frutos não é boa e a árvore que produz bons frutos não é má; portanto cada árvore se conhece pelo seu próprio fruto. Não se colhem frutos nos espinheiros, nem cachos de uvas nas sarças. O homem de bem tira as coisas boas do bom tesouro do seu coração e o homem mau tira as más do mau tesouro do seu coração; porquanto a boca fala do que está cheio o coração”. (Lucas, 6:43 a 45.)
         Após a leitura, fizeram comentários sobre a lição. Clara explicou:
         — Jesus quis dizer com essas palavras que nosso comportamento dirá aos outros como nós somos. Daí a importância do nosso exemplo em qualquer lugar: na escola, no trabalho, na rua, no lar. Se agirmos mal, seja através de palavras ou de atos, estaremos demonstrando a todos que viemos de uma árvore má. E isso denota o que trazemos por dentro, como são baixos os nossos pensamentos, que se traduzem em atitudes negativas da nossa parte.
         Luciana, que ouvira a conversa da mãe com o irmão, lembrou-se de comentar:
         — Mamãe, ontem vi Denis com uma turma tão esquisita! Os meninos eram grandes, usavam cabelos pintados de cores fortes e tinham brincos nas orelhas.
         Denis, que ouvia calado, respondeu irritado:
         — Você não tem nada com isso, sua fofoqueira! Eles são legais e meus verdadeiros amigos.
         O pai interferiu, prontamente:
         — Calma, meus filhos! Não é hora para discutirmos esse problema. Nossa reunião semanal não é um tribunal em que analisamos as atitudes das pessoas. Além disso, Luciana, não podemos julgar ninguém pela aparência externa. O importante é o que a pessoa é por dentro. Os amigos de Denis podem ser excelentes garotos. A verdade é que não os conhecemos.
         Denis olhou para o pai, agradecido pela força que lhe dera, enquanto Luciana fazia uma careta para o irmão. A mãe, para concluir, disse-lhe com carinho:
         — Os pais sempre querem o melhor para seus filhos. Se muitas vezes parecemos severos, é que desejamos dar a vocês a melhor educação possível, para que ninguém venha a dizer que vocês são frutos de uma árvore má. Especialmente você, Denis, que já está com doze anos, deve ter muito cuidado com as amizades que escolhe, porque existem por aí muito desequilíbrio, vícios e toda espécie de mal. Mas, confiamos em vocês, que receberam a boa semente do Evangelho de Jesus e temos certeza de que sempre agirão o melhor possível de acordo com suas consciências.
         Clara fez uma prece e deu por terminada a reunião.
         No dia seguinte, a turma de Denis combinou de sair à noite. O rapazinho prometeu que ia falar com os pais.

         Assim, acabando as aulas, foi direto para casa. A mãe ficou satisfeita, achando que era resultado da conversa do dia anterior.
         Encontrando um momento propício, Denis pediu:
         — Papai, mamãe, gostaria de sair hoje à noite com a turma. Afinal, já tenho doze anos.
         O casal trocou um olhar preocupado. Eugênio perguntou:
         — Aonde pretendem ir?
         — Apenas comer um sanduíche, papai. Abriu uma lanchonete nova e queremos conhecer. Prometo que volto logo. Deixa, pai!
         — Está bem, meu filho. Mas não demore! — concordou o pai, dando-lhe algum dinheiro.
         Todo satisfeito, Denis arrumou-se e saiu para encontrar com os amigos.
         — Aonde vamos? — perguntou a Vitão, o líder da turma.
         — Dar um “rolé” por aí. Aguarde e verá. Não vai se arrepender.
         Denis não entendeu, mas ficou calado. A turma era de quatro rapazes mais velhos, experientes, e ele sentia-se orgulhoso de ter sido aceito por eles.
         Logo passaram por um carro estacionado e o líder deu uma risadinha:
         — Esse carro é do professor de Ciências, aquela careta. Caprichem nele.
         Os rapazes rodearam o carro e esvaziaram completamente os pneus, para espanto de Denis.
         Mais adiante, local de menos movimento, Vitão tirou do bolso interno da jaqueta um spray de tinta preta e puseram-se a pichar um muro pintado de novo. Horrorizado, Denis via tudo isso sem poder fazer nada. Não estava reconhecendo os amigos.
         Depois, passando por um orelhão, quebraram todo o aparelho telefônico.
         Naquele instante, vendo o vandalismo dos amigos, Denis lembrou-se da lição do dia anterior. Certamente aqueles frutos não viriam de árvores boas. Apesar do medo que sentia do líder, garoto forte e agressivo, resolveu dar um basta:
         — Estou fora — disse.
         — Como assim? — perguntou Vitão, espantado.
         — Você entendeu. Se é esse tipo de coisa que vocês costumam fazer, não são meus amigos, nem amigos de ninguém. Estou fora. Adeus.
         Fez meia volta, sem se preocupar com a reação do bando, e retornou para casa. Estava triste e decepcionado, mas, ao mesmo tempo, orgulhoso por ter tido coragem de tomar uma atitude.
         Ao entrar, sua mãe estranhou:
         — Ué! De volta tão cedo?!...
         — É, mamãe. Descobri que o melhor sanduíche ainda é o seu.
         — E a turma? — indagou o pai, surpreso.
         — Ficaram lá. Percebi que não me servem. Não são frutos bons.
         Satisfeito, comeu com apetite o sanduíche que sua mãe preparou com imenso carinho. 
Tia Célia
Célia Xavier Camargo 

Fonte: O Consolador - Revista Semanal de Divulgação Espírita 



4)       Indagar e explicar para os Evangelizandos:
Assim como as árvores, também somos conhecidos pelos “frutos” que produzimos. Os frutos bons são as virtudes que possuímos: caridade, fé, esperança, mansuetude, paciência, domínio próprio.Os frutos maus são os vícios: orgulho, egoísmo, desamor, preconceito.E você: quer d ar bons ou maus frutos?
5)Artes:
Distribuir o desenho abaixo para os Evangelizandos pintarem, recortarem e montarem a “Árvore e seus bons frutos”.

Escrevendo com  o Coração: 
Distribuir o coração abaixo feito de retalho de EVA para as crianças confeccionarem um enfeite para lápis, a fim de se lembrarem da aula durante o restante do ano.

    


6)        Cantar a música “Mensaagem de Amor” do CD Cancioneiro Espírita:


7) Prece Final.
     
Subsídios para o Evangelizador:

 II – Reconhece-se O Cristão Pelas Suas Obras

SIMEÃO
Bordeaux,1863
             16 – “Nem todos os que me dizem Senhor, Senhor, entrarão no Reino dos Céus, mas somente o que faz a vontade de meu Pai, que está nos Céus”. Escutai estas palavras do mestre, todos vós que repelis a doutrina espírita como obra do demônio! Abri os vossos ouvidos, pois chegou o momento de ouvir! Será suficiente trazer a libré do Senhor, para ser um fiel servidor? Será bastante dizer:“ Sou cristão ”, para seguir o Cristo? Procurai os verdadeiros cristãos e os reconhecereis pelas suas obras. “Uma árvore boa não pode dar maus frutos, nem uma árvore má dar bons frutos”. – “Toda árvore que não der bons frutos será cortada e lançada no fogo”. – Eis as palavras do Mestre. Discípulos do Cristo, compreendei-as bem! Quais os frutos que a árvore do Cristianismo deve dar, árvore possante, cujos ramos frondosos cobrem com a sua sombra uma parte do mundo, mas ainda não abrigaram a todos os que devem reunir-se em seu redor? Os frutos da árvore da vida são frutos de vida, de esperança e fé. O Cristianismo, como o vem fazendo desde muitos séculos, prega sempre essas divinas virtudes, procurando distribuir os seus frutos. Mas quão poucos os colhem! A árvore é sempre boa, mas os jardineiros são maus. Quiseram moldá-la segundo as suas idéias, modelá-la de acordo com as suas conveniências. Para isso a cortaram, diminuíram, mutilaram. Seus ramos estéreis já não produzem maus frutos, pois nada mais produzem. O viajor sedento que se acolhe à sua sombra, procurando o fruto de esperança, que lhe deve dar força e coragem, encontra apenas os ramos adustos, pressagiando mau tempo. É em vão que busca o fruto da vida na árvore da vida: as folhas tombam secas aos pés. A mãos do homem tanto as trabalharam, que acabaram por crestá-las!
            Abri, pois, vossos ouvidos e vossos corações, meus bem amados! Cultivai esta árvore da vida, cujos frutos proporcionam a vida eterna. Aquele que a plantou vos convida a cuidá-la com amor, que ainda a vereis dar com abundância os seus frutos divinos. Deixai-a assim como o Cristo vo-la deu: não a mutileis. Sua sombra imensa quer estender-se por todo o universo; não lhe corte a ramagem. Seus frutos generosos caem em abundância, para alentar o viajor cansado, que deseja chegar ao seu destino. Não os amontoeis, para guardá-los e deixá-los apodrecer, sem servirem a ninguém. “São muitos os chamados e poucos os escolhidos”. É que há os açambarcadores do pão da vida, como os há do pão material. Não vos coloqueis entre eles; a árvore que dá bons frutos deve distribuí-los para todos. Ide, pois, procurar os necessitados; conduzi-os sob as ramagens da árvore e partilhai com eles o abrigo que ela vos oferece. “Não se colhem uvas dos espinheiros”. Meus irmãos, afastai-vos, pois, dos que vos chamam para apontar os tropeços do caminho, e segui os que vos conduzem à sombra da árvore da vida.
            O divino Salvador, o justo por excelência, disse, e suas palavras não passarão: “Os que me dizem Senhor, Senhor, nem todos entrarão no Reino dos Céus, mas somente aqueles que fazem a vontade de meu Pai, que está nos Céus”. Que o Senhor das bênçãos vos abençoe, que o Deus da luz vos ilumine; que a árvore da vida vos faça com abundância a oferenda dos seus frutos! Credes e orai!

Paz e luz!
Laura

domingo, 16 de dezembro de 2012

Patchwork - Caminho de Mesa - Log Cabin

Gente, estou apaixonada! Um mês de aula e já fiz coisitas maravilhosas!
Caminho de mesa em log  cabin, um sonho!

Paz e Luz!
Laura

Patchwork - Panô de Natal


 Lindo panô de natal feito por mim!


Paz e Luz!
Laura

Patchwork - Caminho de mesa natal

Meu primeiro trabalho de patchwork: caminho de mesa de natal com palique de boneco de neve. Um charme, não?





Paz e Luz!
Laura

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012


Há um mês no curso de patchwork - daqui a pouco vou postar uns trabalhinhos. Estou amando! Beijos.
Paz e Luz!
Laura


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