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quinta-feira, 5 de abril de 2012

Aula: “Amar ao próximo como a si mesmo – o egoísmo, a fé” - 3º Ciclo


Aula: “Amar ao próximo como a si mesmo – o egoísmo, a fé”
Turma: 3º Ciclo 
I – Acolhida e Prece.
  II – Harmonização.
Colocar uma música suave de fundo. Pedir às crianças para se sentarem, fecharem os olhinhos e relaxarem. Diga a elas para prestar atenção em cada parte do corpo que você falar:
Relaxem os pés, sintam como se eles estivessem flutuando. Relaxem as pernas, deixando-as bem relaxadas. Relaxem o tronco, relaxem os braços, relaxem a cabeça. Agora vocês estão flutuando, como se estivessem boiando na água. Agora, imaginem que estão sentados em frente a um lago muito calmo e bonito.
Agora imaginem que a Terra. Na Terra moram muitas, muitas pessoas. Imaginem seus corações pulsando de amor por todas as  pessoas. Seu coração é feito de luz, e dele saem jorros de luz cor de rosa, e envolvem todas as pessoas. Seu amor está envolvendo todas as pessoas do mundo. Como é bom dar amor!
Agora vamos mexendo os pés e as pernas bem devagar, mexam os braços, a cabeça, abram os olhos.

III. Dinâmica.

Dinâmica do Pirulito

Material: um pirulito para cada Evangelizando.
Desenvolvimento:
Pedir aos Evangelizandos que dêem as mãos, formando um  círculo. Distribuir um pirulito para cada um, com a orientação que não deverão chupá-lo ainda. Pedir que desembrulhem o pirulito, sem colocá-lo na boca ainda!
Agora, pedir aos Evangelizandos que segurem o pirulito com uma mão estendida para frente e mantenham a outra estendida para baixo ao lado do corpo.
Explicar as seguintes regras:
- o braço não pode ser dobrado,
- o braço pode ser movimentado para a direita e a esquerda, esticado!
- ninguém pode sair do lugar.
Depois de entendidas as regras pelos Evangelizandos, dizer que  eles deverão cumprir uma tarefa: chupar os pirulitos, mas essa tarefa deve ser cumprida solucionando um enigma: devem cumpri-la obedecendo às regras propostas.
Obs.: esperar algum tempo para ver se os Evangelizandos tomam a iniciativa de solucionar o enigma proposto. Aos poucos, se eles não conseguirem, dar algumas dicas, posto que a única solução possível é cada Evangelizando oferecer o pirulito para o colega ao lado.
Encerrando a dinâmica, dar explicações aos Evangelizandos sobre o egoísmo:
O que é egoísmo?
* É achar que tudo de bom tem que ser para nós, que os outros merecem menos, não pensar nos sentimentos e dificuldades das outras pessoas, ligar só para os próprios problemas, não se incomodar se precisar prejudicar alguém para conseguir alcançar seus objetivos.

IV. Distribuir para cada  Evangelizando o seguinte texto, sendo que cada um levá uma parete em voz alta:
Espiritolândia é uma bela cidade. Nela, moram criaturas muito especiais:  Pensamentos, Palavras e  Ações
Pensamentos são uns caras caladões, mas muito dedicados e competentes. Eles sempre dão idéias geniais para melhorar o lugar e são chefes das Palavras e das Ações.
Palavras são umas moças espertas e trabalhadeiras. Elas costumam andar aos bandos e, sob as ordens dos Pensamentos, circulam pela cidade inteira, comunic ando idéias e sentimentos.
Ações, por sua vez, são umas mulheres de negócio agitadas e realistas, que põem a mão na massa para realizar as tarefas projetadas pelos Pensamentos e divulgadas pelas Palavras.
Hoje em dia, tudo está em paz, na Espiritolândia. Mas nem sempre foi assim, e a nossa história é exatamente sobre os terríveis dias em que as doces terras de Espiritolândia foram atac adas por dois monstros terríveis: Ego e Org.
Tudo começou quando os habitantes da c idade começaram a alimentar, em suas c asas, os ovinhos de Ego e Org.
Isso aconteceu porque, quando pequenos, Ego e Org pareciam inofensivos. O problema é que, quando alimentados, Ego e Org se transformaram em criaturas monstruosas e atacaram, sem dó nem piedade, Pensamentos, Palavras e Ações. Eles trouxeram destruição e infelicidade para toda a Espiritolândia. Ego, uma criatura de olho maior que a barriga e umbigo imenso, andava pela c idade, lançando pequenos chips que grudavam na cabeça e no coração dos pobres habitantes, que passavam a repetir, sem parar, frases do tipo “farinha pouca, meu pirão primeiro’, “antes ele do que eu”,  “e daí se os outros estão sofrendo? “O importante sou eu e pronto”.
Org, um gigante de pé grande e boca gulosa, tocava uma flautinha maldosa, que encantava os habitantes com uma música só: “você é melhor que os outros”, “você é melhor que os outros” , “você é melhor que os outros”, “você é melhor que os outros”
Atacados por todos os lados, Pensamentos, Palavras e Ações passaram a atuar em desarmonia. Ninguém ajudava  ninguém, pois todos se julgavam melhores que os outros. Ninguém colaborava, pois cada um só cuidava dos próprios interesses. Ninguém cumpria sua tarefa, pois esperava que os outros a fizessem.
Nuvens escuras pairavam sobre a cidade. Os habitantes andavam de um lado para outro, atacando- se, cheios de ódio e tristeza.
Ego e Org, entretanto, não eram invencíveis.
Depois de um certo tempo, os moradores de Espiritolândia, cansados de tanta destruição, sentiram saudades dos tempos antigos e resolveram reagir.
Eles consultaram sábios antigos e o que descobriram os deixou muito animados: a solução estava no Evangelhex.
Evangelhex era um livro antigo que os habitantes pouco consultavam, naqueles tempos de domínio de Ego e Org.
Isso acontecia porque, para chegar até o livro sagrado, eles teriam que escalar uma montanha muito alta, chamada  Pico do Esforço Próprio, e,  para alcançar o livro, eles deveriam dar as mãos e se ajudarem mutuamente. Mas como fazer isso, se estavam sob o comando das terríveis criaturas?
Diante das enormes dificuldades, Pensamentos, Palavras e Ações firmaram o propósito de, houvesse o que houvesse, estarem concentrados apenas num objetivo: encontrar o Evangelhex e destruir Ego e Org.
Unidos, conseguiram chegar ao topo da montanha. Estavam cansados e suados, mas não pararam: abriram logo olivro empoeirado e, lá dentro, encontraram o modo de eliminar os monstros que, lá embaixo, em Espiritolândia, continuavam a espalhar o mal:  TONELADAS DE AFETO E AMOR E UMA BOA DOSE DE ORAÇÃO.
De volta a Espiritolândia, eles começaram a colocar em prática as orientações de Evangelhex. Passaram a se tratar melhor, a se ajudar nas necessidades. Deixaram de olhar apenas para os próprios interesses e passaram a amparar os companheiros. Em resumo, passaram a AMAR.
Também se dedicaram à oração sincera e, das casas onde as orações eram feitas, partiam estrelinhas coloridas, que se dirigiam a Ego e Org. Os monstros ficavam incomodadíssimos, mas as estrelas  ficavam em volta deles, como borboletinhas. Segundo conta a história, as estrelinhas das preces sinceras enfraqueciam o poder de Ego e de Org.
Depois de algum tempo, algo muito interessante começou a acontec er: Ego e Org começaram a diminuir de tamanho. Foram diminuindo, diminuindo, diminuindo. Um dia, eles finalmente se evaporaram no ar. Hoje, Pensamentos, Palavras e Ações não são mais vítimas de monstro algum e podem viver em paz. Entretanto, eles nunca esqueceram a lição: é preciso amar e orar, para não alimentar Ego e Org.
 (autoria : Issana - participante sala Evangelize CVDEE, retirado de http://www.cvdee.org.br/evangelize/pdf/6_0727.pdf)
V – Atividades
1)    Os Evangelizandos deverão montar uma estória em quadrinhos com o texto acima, sendo que a Evangelizadora deverá coordenar o grupo separando quem  vai escrever o texto, ilustrar, etc. – será trabalhada a cooperação, participação e ajuda mútua. Os quadrinhos deverão ser expostos em um mural e, se possível, escaneados para se montar um “gibi” que poderá ser distribuído a todos os Evangelizandos no fechamento do período.
2)    A Evangelizadora deverá levar os Evangelizandos a refletirem sobre como o egoísmo atrapalha nosso desenvolvimento pessoal e coletivo, apresentando para isso exemplos retirados da mídia ou do conhecimento da turma de atitudes altruístas que alavancaram o progresso material, intelectual e espiritual da comunidade, da cidade, do país, como por exemplo ações de voluntariado, pessoas comuns que auxiliam visinhos doentes, jovens que ensinam o dever para seus amigos, etc. As ações reconhecidas como alavancadoras de progresso deverão ser listadas e os Evangelizandos se comprometerão a divulgá-las, aprendendo que não devemos alardear o mal, mas propagar o bem.

3)    Os Evangelizandos deverão produzir um enfeite de geladeira no qual deverá ser escrita uma das seguintes frases:

“O egoísmo, chaga da Humanidade, tem que desaparecer da Terra, a cujo progresso moral obsta.” (ESE)

“A pureza do coração é inseparável da simplicidade e da humildade. Exclui toda forma de egoísmo e de orgulho.” (ESE)

Idéia:
Para o enfeite de geladeira poderão decorar pregadores com tinta, retalhos de EVA, florzinhas prontas ou feitas de crochê, EVA, biscuit etc, e escrever a frase em uma plaquinha de  EVA branco ou pedaço de bandeja de isopor, desenhando uma linda moldura, colar um ímã atrás e pronto! Fica a figura como sugestão:




4)    Distribuir a letra da música Noite e Dia,   de Allan Filho,  colocar o cd ou o vídeo para cantá-la.

Noite e Dia

Allan Filho

Vai e descobre caminhos por entre sementes de luz banhadas de amor.
E, em paz, segue em passos de fé sobre as pedras pontudas da dor, suave lição...
Vai, começa com o dia que se inicia a cada manhã.
Vai em busca da luta mais justa, sentir-se capaz de seguir.
Não há como falar de coragem sem se aceitar a existência do medo.
Vai que a vida não surgiu pra ser um eterno segredo de Deus.
Mas, quando a noite vier e o cansaço selar teu futuro, descansa em paz.
E assim poderás repensar novas metas perante o escuro, buscar o amor de Deus.
Mesmo com medo, acredita em ti mesmo e descobrirás que és capaz
De mudar como o mundo, de crescer com um rumo, de iluminar a própria paz.
Que confia no poder do tempo, que espera o devido momento em que dirás:
Sou mais Deus do que as ondas de medo que abalam o coração.
Sou mais eu do que as ondas de medo que abalam o coração.
VI – Prece Final.

Paz e luz!
Laura



NOITE E DIA

Aula: “Amar ao próximo como a si mesmo – o egoísmo” Maternal








Aula: “Amar ao próximo como a si mesmo – o egoísmo, a fé e a caridade”
Turma: Maternal – Sala Meimei
I – Acolhida e Prece.
  II – Harmonização.
Colocar uma música suave de fundo. Pedir às crianças para se sentarem, fecharem os olhinhos e relaxarem. Diga a elas para prestar atenção em cada parte do corpo que você falar:
Relaxem os pés, sintam como se eles estivessem flutuando. Relaxem as pernas, deixando-as bem relaxadas. Relaxem o tronco, relaxem os braços, relaxem a cabeça. Agora vocês estão flutuando, como se estivessem boiando na água. Agora, imaginem que estão sentados em frente a um lago muito calmo e bonito.
Agora imaginem que a Terra. Na Terra moram muitas, muitas pessoas. Imaginem seus corações pulsando de amor por todas as  pessoas. Seu coração é feito de luz, e dele saem jorros de luz cor de rosa, e envolvem todas as pessoas. Seu amor está envolvendo todas as pessoas do mundo. Como é bom dar amor!
Agora vamos mexendo os pés e as pernas bem devagar, mexam os braços, a cabeça, abram os olhos.

III. Dinâmica.

Dinâmica do Pirulito

Material: um pirulito para cada Evangelizando.
Desenvolvimento:
Pedir aos Evangelizandos que dêem as mãos, formando um  círculo. Distribuir um pirulito para cada um, com a orientação que não deverão chupá-lo ainda. Pedir que desembrulhem o pirulito, sem colocá-lo na boca ainda!
Agora, pedir aos Evangelizandos que segurem o pirulito com uma mão estendida para frente e mantenham a outra estendida para baixo ao lado do corpo.
Explicar as seguintes regras:
- o braço não pode ser dobrado,
- o braço pode ser movimentado para a direita e a esquerda, esticado!
- ninguém pode sair do lugar.
Depois de entendidas as regras pelos Evangelizandos, dizer que  eles deverão cumprir uma tarefa: chupar os pirulitos, mas essa tarefa deve ser cumprida solucionando um enigma: devem cumpri-la obedecendo às regras propostas.
Obs.: esperar algum tempo para ver se os Evangelizandos tomam a iniciativa de solucionar o enigma proposto. Aos poucos, se eles não conseguirem, dar algumas dicas, posto que a única solução possível é cada Evangelizando oferecer o pirulito para o colega ao lado.
Encerrando a dinâmica, dar explicações aos Evangelizandos introduzindo a temática da aula.
IV. Contar a seguinte estória:
O Jacarezinho egoísta
Era uma vez... Uma lagoa muito bonita, cheia de água bem limpinha.  Ali morava um jacarezinho valente e muito orgulhoso. Vivia muito feliz, nadava naquelas águas claras passando horas refrescando-se. Só que ele era muito egoísta. Quando estava na lagoa, ninguém mais podia ir lá, pois o valentão tomava conta de tudo. Um dia haveria uma linda festa para comemorar o aniversário dos pintinhos amarelos, mas aconteceu uma coisa muito chata: acabou a  água lá na casa de dona Pata! Dona Pata estava triste, pois seus três filhinhos três não podiam tomar banho para ir à festa. O que fazer?  A Mamãe Pata pensou, pensou e teve uma idéia maravilhosa! Mandou os patinhos à lagoa para se banharem!
Lá foram eles, com seus passos miudinhos, cantando contentes. Mas, oh! Que tristeza.. Lá na lagoa estava o Jacarezinho, todo valente, que logo gritou:
- Que vieram fazer aqui?
- Viemos tomar banho, responderam delicadamente os patinhos.
_E nesta bonita lagoa é que vocês querem tomar banho? Aqui não é lugar para banhos, seus atrevidos! Disse irritado o Jacarezinho. Continuem sujos. Para que querem ficar limpos?
- Mas nós vamos à festa dos Pintinhos, e sujos não podemos dançar e nem brincar, insistiram os Patinhos.
-  Não e não, esta lagoa é minha e ninguém pode entrar aqui.
Os Patinhos assustados correram logo para casa. Dona Pata, diante disso, ficou indignada. Enchendo-se de coragem foi  até a lagoa, ver se com boas maneiras conseguiria convencer o Jacarezinho a deixar os seus filhinhos tomarem banho na lagoa.
- Por favor, senhor Jacaré, meus filhos precisam tomar banho.
- Eles que tomem banho em casa. Ora essa. Por acaso aqui é banheiro? Retrucou ele com maus modos.
- Meu amigo, escute, por favor: Lá em casa não há água. E os Patinhos precisam ficar bem limpos hoje.
-Por quê? Para que eles precisam ficar limpos? Rosnou o valentão. Dona Pata já estava perdendo a paciência, mas continuou bem educada e disse:
-  Os Patinhos trarão doces para o senhor. Qual é o doce que prefere? Continuou dona Pata ainda com paciência.
- Eu não gosto de doce nenhum! Eu não quero nada. Só quero sossego. Não preciso de doces de ninguém, está ouvindo? Já disse e repito, esta lagoa é só minha e quero que todo mundo saiba disso, ouviu, Dona Pata? Dona Pata foi embora muito triste...
 Este se acomodou na lagoa e lá ficou para tirar uma soneca. O sol estava muito, muito quente.
O calor dava moleza, mas a água estava tão gostosa...
Acontece, porém, que lá no alto, lá no céu, mais alto do que voam os passarinhos e passam os aviões barulhentos, está o irmão sol. Ele viu e ouviu tudo o que aconteceu e ficou muito triste com o jacarezinho. Onde já se viu? A lagoa é de todo mundo. O jacarezinho precisava saber disso. Não é bonito ser assim egoísta. Ele devia ser bom e gostar de todo mundo. Então o Irmão Sol resolveu ensinar uma lição ao Jacarezinho. Aqueceu tanto a água da lagoa que ela se foi evaporando, evaporando... até que a lagoa ficou sem uma gota de água, seca, seca...
Quando o jacarezinho acordou da soneca, estava todo cheio de barro.
Será que estou sonhando? Pensou... Ah, não, a lagoa mesmo. Que infelicidade, meu Deus! Também fui muito egoísta. Perdão, perdão, Papai do Céu, dizia tão aflito que fazia dó. Ele chorou tanto e ficou tão arrependido que o Papai do Céu ficou com pena dele.
- Agora eu sei o quanto é ruim a gente ficar sujo e não ter água para o banho. Perdão, perdão Papai do Céu.
Papai do Céu viu que o arrependimento do Jacarezinho era cincero e ficou  muito contente. Contente também ficou o Irmão Sl,  porque o Jacarezinho aprendeu a lição. Logo depois começou a chover muito forte, por bastante tempo! Choveu tanto que a lagoa ficou novamente cheia de água limpinha e gostosa. O jacarezinho ficou todo feliz e foi correndo buscar os Patinhos para nadarem. E ainda deu tempo para tomarem bons banhos. E os três Patinhos, muito bonzinhos, trouxeram uma porção de doces gostosos para o Jacarezinho,  que não era mais egoísta.
E nunca mais a lagoa secou, e o Jacarezinho continuou sempre bom, e descobriu que compartilhando tudo passou a ser muito rico, pois a maior riquesa é a alegria de viver cercado de amor!
(Adaptação do livro “O Jacarezinho Egoísta” de Chloris Arruda De Araujo)
Sugiro utilizar um Avental de Estórias, como esse:



V – Atividades
1)    Explicar a estória, adaptando os fatos à realidade dos Evangelizandos. Colocar situações como compartilhar os brinquedos, o lanche, os presentes, o material escolar, o vídeo-game, o computador. Ensinar os amigos a fazer aquele desenho tão lindo que ele dsabe. Dividir com os outgros uma linda estória que aprendeu, etc. Levar um boneco grande com muitos ferimentos e hematomas feitos com maquiagem. Vestir o boneco como uma túnica. Fazer cabelo e barba de lã preta. Deitar o boneco sobre a mesa e dizer que ele é o homem que foi assaltado e deixado ferido. Levar uma cestinha com material para curativos (esparadrapo, algodão, gaze, band aid, um vidrinho com suco de uva, um com azeite) , uma garrafa de água para beber, umas frutas (em quantidade que dêem para todos – por exemplo – um cacho de uvas. Pedir às crianças que procedam como o bom samaritano. Aguarde o resultado e vá orientando os Evangelizandos sobre os  pontos da aula.

2)    Ensinar a Música “Os Golfinhos” de Sônia Palma, CD Histórias Cantadas – Lar Fabiano de Cristo. Letra:
 Se um golfinho vem para cá
E o outro vai para lá
Um convida o outro a passear
Se um golfinho vem para cá
E o outro vai para lá
Um convida o outro a passear
E no mar juntos vão encontrar
Outros golfinhos
Com quem vão conversar
E todos juntos dentro do mar
Quanta coisa tem prá fazer
E o que será que vai acontecer?
Não importa eu sei que eles vão se ajudar!
Não importa eu sei que eles vão se ajudar!

No link abaixo você pode ver o vídeo dessa música:



3)    Montar um painel para afixar na parede com recorte e colagem da estória. Os personagens, a lagoa, a grama, o sol, as nuvens, as flores deverão todos ser feitos com carimbos de mão e dedos. Depois estes serão recortados, enfeitados com retalhos de papel e utilizados para montar o painel que deverá ser exposto. Exemplo de personagens carimbados:
Jacarezinho:



Patinhos (a Evangelizadora carimbará sua mão para a Mamãe Pata, pode-se enfeitar com um chapeuzinho, lacinhos, etc.):


Paisagem:



VI. Prece Final.

Paz e luz,
Laura








OS GOLFINHOS - Evangelização Espírita - amizade




Esse é o vídeo dos Golfinhos, sugiro utilizar na aula:






Paz e luz,
Laura


quarta-feira, 4 de abril de 2012

Aula: “Amar ao próximo como a si mesmo – o egoísmo, a fé”



Aula: “Amar ao próximo como a si mesmo – o egoísmo, a fé”
Turma: 1º Ciclo - Sala Dr. Bezerra de Menezes
I – Acolhida e Prece.
  II – Harmonização.
Colocar uma música suave de fundo. Pedir às crianças para se sentarem, fecharem os olhinhos e relaxarem. Diga a elas para prestar atenção em cada parte do corpo que você falar:
Relaxem os pés, sintam como se eles estivessem flutuando. Relaxem as pernas, deixando-as bem relaxadas. Relaxem o tronco, relaxem os braços, relaxem a cabeça. Agora vocês estão flutuando, como se estivessem boiando na água. Agora, imaginem que estão sentados em frente a um lago muito calmo e bonito.
Agora imaginem que a Terra. Na Terra moram muitas, muitas pessoas. Imaginem seus corações pulsando de amor por todas as  pessoas. Seu coração é feito de luz, e dele saem jorros de luz cor de rosa, e envolvem todas as pessoas. Seu amor está envolvendo todas as pessoas do mundo. Como é bom dar amor!
Agora vamos mexendo os pés e as pernas bem devagar, mexam os braços, a cabeça, abram os olhos.

III. Dinâmica.

Dinâmica do Pirulito

Material: um pirulito para cada Evangelizando.
Desenvolvimento:
Pedir aos Evangelizandos que dêem as mãos, formando um  círculo. Distribuir um pirulito para cada um, com a orientação que não deverão chupá-lo ainda. Pedir que desembrulhem o pirulito, sem colocá-lo na boca ainda!
Agora, pedir aos Evangelizandos que segurem o pirulito com uma mão estendida para frente e mantenham a outra estendida para baixo ao lado do corpo.
Explicar as seguintes regras:
- o braço não pode ser dobrado,
- o braço pode ser movimentado para a direita e a esquerda, esticado!
- ninguém pode sair do lugar.
Depois de entendidas as regras pelos Evangelizandos, dizer que  eles deverão cumprir uma tarefa: chupar os pirulitos, mas essa tarefa deve ser cumprida solucionando um enigma: devem cumpri-la obedecendo às regras propostas.
Obs.: esperar algum tempo para ver se os Evangelizandos tomam a iniciativa de solucionar o enigma proposto. Aos poucos, se eles não conseguirem, dar algumas dicas, posto que a única solução possível é cada Evangelizando oferecer o pirulito para o colega ao lado.
Encerrando a dinâmica, dar explicações aos Evangelizandos sobre o egoísmo:
O que é egoísmo?
* É achar que tudo de bom tem que ser para nós, que os outros merecem menos, não pensar nos
sentimentos e dificuldades das outras pessoas, ligar só para os próprios problemas, não se
incomodar se precisar prejudicar alguém para conseguir alcançar seus objetivos.

IV. Contar a seguinte estória: Sugiro que a estória seja narrada com teatro de varetas – os Evangelizandos podem participar como personagens.
A lição do jabuti -
        A águia abriu as grandes asas e ergueu vôo. E viu na Floresta Maravilhosa vários porquinhos brincando de rolar pela grama.
        "Onde estará a mãe deles?" - pensou ela.
        E, como não visse Dona Porca pelas redondezas, voou com rapidez em direção aos porquinhos e... zás! Levou um para o seu ninho na Montanha Azul.
        _ Pare de chorar, disse a águia. Não vou lhe fazer mal. Eu vivo sozinha e você será tratado como se fosse um filhote meu.
        Mas o porquinho continuava a chorar, cada vez mais alto, chamando pela verdadeira mãe.
        _ Já lhe disse para não chorar nem gritar. Não quero ficar irritada e castigar você.
         Enquanto isso, lá em baixo, Dona Porca e seus filhinhos continuavam desesperados com o que acontecera. Foi quando vários animais, ouvindo lamentações, aproximaram- se, perguntando o que houve.
        _ A águia levou para o pico da montanha um de meus filhinhos! Ajudem- me! Por favor, ajudem- me! Quero meu filhinho mais novo de volta!
        Os animais entreolharam- se
        _ Eu gostaria de ajudá-la, disse o tamanduá. Mas não posso, não tenho forças para subir a montanha, que é muito alta!
        _ E o senhor Quati?
        _ Eu?
        _ Sim, pode me ajudar?
        O Quati sacudiu a cabeça, negativamente.
        _ Ah, não posso... tenho medo de dona Águia!
        Nesse momento, aproximou- se devagarzinho o jabuti conhecido pelo apelido de "Capacete", devido à sua casca. E foi logo dizendo:
        _ Se a dona porca quiser, estou aqui para ajudá-la.
        Os animais deram uma gargalhada.
        _ Ajudar com essas pernas curtinhas e esse corpo pesado? Exclamou o tamanduá rindo.
        _ Você não conseguirá com essas perninhas e com esse peso chegar ao pico da montanha! É melhor desistir, acrescentou o quati, achando, também graça.
        O jabuti, muito sério, respondeu:
        _ Deus ajuda quem tem boa vontade. Eu sou pesado e tenho as pernas curtas, é verdade. Mas com minha vontade hei de trazer de volta o filhinho de dona porca.
        E começou lentamente a subir a montanha. Gastou muito tempo para chegar ao alto. A águia, felizmente, fora buscar alimentos, longe... O porquinho, ao ver o jabuti, saiu do ninho e correu ao seu encontro.
         _ Graças a Deus alguém veio me salvar! Rezei tanto para isso! Como está minha mãezinha?
        _ Sua mãe e seus irmãos estão bem, respondeu o jabuti, respirando c om dificuldade. Eu é que não estou...deixe- me respirar um pouco... Pronto! Agora sim, estou ótimo!
        _ Como fugir daqui? Não sei o caminho de volta e você, Capacete, não consegue correr. A águia nos pegará...ela vai voltar de um momento para o outro!
        _ Tenha fé em Deus e encontraremos uma solução.
       _ Olhe! Exclamou de repente o porquinho, arregalando os olhos. Veja aquela nuvem negra... É a águia! Ela chegará dentro de pouco tempo! O que fazer?
        _ Orar meu amiguinho. A prece remove montanhas! E nós estamos em uma montanha...oremos já!
        E começaram a orar o Pai Nosso. Após a prece, ambos viram aparecer o espírito luminoso do pai do jabuti, que disse:
        _ Ouvi o pedido de socorro e vou ajudá- los. Ao pé desta montanha existe um grande lago de águas azuis.
Vocês devem mergulhar nele.
        _ Eu sei nadar muito bem. Foi o senhor que me ensinou! Respondeu o jabuti.
        _ Depressa meu filho. Faça o que eu disse! A águia já está chegando. Mergulhe no lago com seu amiguinho...coragem!
        O jabuti pediu que o porquinho se agarrasse firme em seu casco.
        _ Segure com mais força. Assim!
        E ambos se atiraram no lago... tibum! Exatamente quando a águia pousava no ninho.
        Dona porca, quando viu o filhinho chegar carregado pelo jabuti, correu ao seu encontro, chorando de alegria.
        O jabuti, humilde, olhava os dois.
        _ Deus lhe pague pelo que fez! Disse dona Porca. Realizou uma façanha que muitos animais grandes e ligeiros não seriam capazes! Como conseguiu?
        _ Com a minha fé! Respondeu o jabuti.
        E, lentamente, afastou- se, enquanto pensava:
        _ Eu nada sou, mas, estando com Deus, que pode o mundo contra mim?
 (extraída do livro “O Besouro Casca Dura”, de Iracema Sapucaia, Edições Correio Fraterno, 9ª edição, pág. 65)
V – Atividades
1)    Dar uma explicação sobre o tema fé:
Fé é a certeza, a crença em algo. Jesus já dizia. A fé em Deus é um sentimento que guardamos no coração, e ela deve ser forte, ser grande!
Quando nós pensamos porque devemos ter fé; quando descobrimos, raciocinando, analisando e não apenas sentindo, o quanto ela é importante e verdadeira em seus efeitos, ela se faz mais forte. Não é uma questão de acreditar só porque a gente sente, ou porque os outros falam; passamos a entender! Isto é a fé raciocinada!
Como ter fé raciocinada? Pelo estudo!
Por isso que a doutrina nos traz: “Amai-vos e Instruí-vos.
É para isso que estamos aqui todos os sábados, não é somente para ouvirmos e acreditarmos. Devemos tirar nossas dúvidas, entender tudo o que ouvimos, para depois podermos explicar a quem nos perguntar.
Pela certeza de um futuro certo, a fé nos serve como incentivo, alavanca de progresso e força para superar obstáculos. A fé raciocinada nos faz caminhar em linha reta, pois temos a certeza do caminho a ser seguido.

2)    Montar um painel com três colunas e várias linhas, assim:

Atitudes Egoístas       
Consequências do Egoísmo  
Combatendo o Egoísmo











Afixar o painel na parede.

Confeccionar plaquinhas com os dizeres abaixo e algumas em branco. Pedir para os Evangelizandos colarem as plaquinhas na coluna correspondente no painel, e usar as plaquinhas em branco para definirem atitudes de combate ao egoísmo, completando a terceira coluna.

Comer mais do que sua parte justa de alguma comida que deveria ser dividida com alguém.

 Não deixar que outras crianças brinquem com seus brinquedos.

Na escola, conversar o tempo todo, sem se importar com o fato de que outros querem ouvir a professora.

 Sujar a casa e não limpar, deixando todo o trabalho para a mãe que, muitas vezes, já está muito cansada.

Não aceitar que os pais dêem atenção para um irmão mais novo, outra criança ou até mesmo um adulto.

Querer que a televisão, o rádio, o computador ou algo assim fique só para si.

Fazer uma bagunça com alguém e não se importar se só a outra pessoa levar a culpa.

O egoísta tem menos amigos e pessoas que gostam dele.

O egoísmo faz a pessoa ser menos feliz, porque a felicidade é igual o amor: quanto mais dividimos com os outros, mais temos; se não dividimos nossa felicidade, ela acaba murchando, como uma plantinha que não recebe água.

Quem é egoísta atrapalha a felicidade dos outros, porque só pensa em si mesmo.

A pessoa egoísta não se importa com a natureza, a limpeza da cidade, a desonestidade dos  governantes, se estes estiverem favorecendo-a; acha que todos devem se preocupar com ela, mas não está nem aí para eles.

Se queremos um mundo melhor, precisamos que haja menos egoísmo.
Prestar atenção para percebermos quando estamos sendo egoístas e substituindo a atitude má por outra melhor.

Acostumar-nos a pensar nas outras pessoas, no que elas sentem e desejam.

 Colocar em prática os ensinamentos de Jesus, que nos mostram que todos somos irmãos, que devemos nos amar, que é necessário fazer aos outros o que queríamos que nos fizessem e que a  caridade, contrária ao egoísmo, deve ser praticada em todos os momentos.

3)    Jogo da Velha
- Dividir os Evangelizandos em duplas.
- Distribuir para cada dupla um jogo da velha desenhado em cartolina e dez peças, sendo cinco círculos para um Evangelizando e cinco xis para o outro.
- Confeccionar vários cartões com perguntas sobre a aula, conforme exemplos abaixo, e acondicioná-los em um saquinho.
- Os Evangelizandos devem sentar-se frente-a-frente, cada um com sua cartela.
- A Evangelizadora pedirá que um Evangelizando de cada vez retire um cartão-pergunta do saquinho, leia a pergunta e responda. Se acertar, terá o direito de colocar sua pecinha no tabuleiro. Se errar, passará a vez para seu oponente. Se nenhum dos dois acertar, o Evangelizador responderá à pergunta e passará a vez para a próxima dupla, e assim por diante, até que todas as duplas tenham um vencedor.
Exemplos de Perguntas:
- O que é fé?
- O que faz a nossa fé quase se apagar?
- Como ter fé raciocinada?
- O que é fé?
- O que devemos fazer para que a nossa fé não se apague?
- Qual a diferença entre fé cega e fé raciocinada?
- Qual era o apelido do jabuti? Por que?
- Para onde a águia levou o porquinho?
- Por que os animais não queriam ajudar a dona porca a salvar o seu filhinho?
- Quem ajudou a dona porca a resgatar o seu porquinho?
- Por que os animais riram e acharam que o jabuti não ia conseguir salvar o porquinho?
- O que deu coragem ao jabuti para salvar o porquinho?O que o porquinho e o jabuti lembraram depois de
orar o Pai Nosso?
- O que o porquinho e o Jabuti fizeram quando viram a águia voltando?
- Como o porquinho e o jabuti fugiram da águia?
- A águia queria fazer mal ao porquinho?

4)    Distribuir a letra da música Tum Tum Tum  de Elizabete Lacerda, colocar o cd ou o vídeo para cantá-la.
Você sabe com bate o coração de Jesus?
Eu sei!
Tum Tum Tum, lá lá lá lá ia.
Tum Tum Tum, lá lá lá lá ia.
É preciso conhecer o amor.
É preciso compreender meu irmão.
Só assim eu vou saber, como bate o coração de Jesus, de Jesus.
Toda vez que a tristeza chegar.
Se acaso eu não puder caminhar.
A canção que vou ouvir, é o som do coração de Jesus, de Jesus.
Tum Tum Tum, lá lá lá ia lá ia.
Tum Tum Tum, lá lá lá ia lá ia.
Tum Tum Tum, bate o coração de Jesus.
Tum Tum Tum, bate o coração de Jesus. BIS...
Não há dor, que Ele não possa curar.
Não há mau, que vai pra sempre existir.
Eu só sei que posso ouvir a canção do coração de Jesus, de Jesus.
Vamos juntos essa prece cantar.
Nossas mãos a de Jesus encontrar.
Já podemos escutar, como bate o coração de Jesus, de Jesus.
Tum Tum Tum, lá lá lá ia lá ia.
Tum Tum Tum, lá lá lá ia lá ia.
Tum Tum Tum, bate o coração de Jesus.
Tum Tum Tum, bate o coração de Jesus. BIS...


V – Prece Final.
Paz e luz.
Laura.

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