Lindo"

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Aula: Sede Perfeitos - O Homem de Bem – O Homem no Mundo - Maternal


Aula: Sede Perfeitos - O Homem de Bem – O Homem no Mundo -
Maternal
I – Acolhida e Harmonização.
Duração – no máximo cinco minutos.
II  - Prece
III - Relaxamento
Exercícios de relaxamento infantil desenvolvem a noção corporal, assim como proporcionam momentos importantes de descontração. Os exercícios de relaxamento infantil foram desenvolvidos para que, de forma calma e serena, a criança possa ir relaxando, sentindo-se menos inquieta e estressada.

Inicie com a seguinte lengalenga (Os Evangelizandos devem estar de pé):


A. Depois da música peça aos Evangelizandos para:
 a) Mexer os dedos fingindo que toca piano, depois os pulsos;
b) Colocar as mãos nos ombros e rodar os ombros para a frente e para trás;
c) Com as mãos no pescoço, elevar os cotovelos e expirar;
d)  Com as mãos na cabeça mexer a mesma para a frente e para trás e para a direita e para a esquerda;
e) Apoiar os braços na mesa e esticar e encolher as pernas. Ficar na ponta dos pés e rodar os tornozelos.
B. Agora sentados devem:
a)    Massagear os dedos dos pés;
b)    Rodar os tornozelos, um de cada vez;
c)    Dar um “pontapé” no ar, um pé de cada vez;
d)    Juntar as plantas dos pés segurando com as mãos e mexe os joelhos para cima e para baixo;
e)    Ficar na  posição de gato: arquer as costas e esticar o tronco.
C. Agora de pé devem:
a) Abaixar-se sobre os calcanhares e voltar a levantar-se;
b) Colocar as mãos na cintura e mover-se para a direita e para a esquerda;
c) Com os braços levantados, inclinar-se de um lado e do outro;
d) Esticar os braços e deixar cair.
Ensinar aos Evangelizandos a seguinte lengalenga (acompanhar as palavras com gestos):
Sou pequenino (mãos junto ao chão ou para baixo)
E quero crescer (esticar braços bem alto)
Vou pedir aos pés (movimentar os pés)
Vou pedir às mãos (movimentar as mãos)
Vou pedir à boca ( sinal de silêncio)
Para não mexer (dizer estas palavras a sussurrar, repetir só com o movimento dos lábios).
Exercícios e lengalengas retirados do site http://educamais.com/
 Agora o Evangelizador deve colocar um cd com música bem suave e pedir aos  Evangelizandos devem se sentar com os pés apoiados no chão, ligeiramente afastados, apoiarem as mãos sobre os joelhos, fechar os olhos e inspirar e expirar profundamente três vezes.
O Evangelizador deverá guiar o relaxamento:
Imagine que seus pulmões são uma bola de aniversário,  quando você inspira você infla a bola, até que ela fique bem cheia. Agora você expira e a bola se esvazia, lentamente. Agora imagine que você está em um lago bem bonito. A água está em um temperatura muito agradável e você bóia sentindo a água relaxar cada parte de seu corpo, levando embora todo o cansaço, o medo, a tristeza e a raiva. Aproveite essa água tão especial.

 IV. Atividades:
1)    Pegar o “Baú do Tesouro” e colocá-lo no centro da mesa. Dizer: “Aqui está nosso baú do tesouro”, será que hoje vamos poder juntar mais bens espirituais aqui em nossa sala? Inquirir um a um sobre as virtudes cultivadas e boas ações praticadas durante a semana, preencher os coraçõezinhos com o nome de cada Evangelizando e o bem espiritual cultivado naquela semana, entregar para o mesmo colocá-lo no baú. Incentivá-los a continuar cultivando boas atitudes, bons pensamentos e boas palavras, a fim de promoverem a reforma íntima e “encherem” o Baú do Tesouro.

2)        Dinâmica:
 Varinhas que não quebram
Material: Um feixe de 16 varinhas (pode-se usar palitos de churrasco)
Utilidade: União do grupo. A união como força que pode agregar, unir e dar resistência às pessoas.
. Pedir que um dos participantes pegue uma das varinhas e a quebre. (o que fará facilmente).
. Pedir que outro participante quebre cinco varinhas juntas num só feixe (será um pouco mais difícil).
. Pedir que outro participante, quebre todas as varinhas que restaram, se não conseguir, poderá chamar uma outra pessoa para ajudá-lo.
. Pedir que todos os participantes falem sobre o que observaram e concluíram.
. Terminar com uma reflexão sobre a importância de estarmos unidos.
3)    Contar a seguinte história:
Tistu, o Menino do Dedo Verde

Tistu é um menino muito sortudo. Vive na cidade chamada Mirapólvora numa grande casa, a Casa-que-Brilha,

 com o Sr. Papai, Dona Mamãe e o seu querido pônei Ginástico. 
 Eles são ricos pois o Sr Papai tem uma fábrica de canhões.

Quando chega a hora Tistu vai para a escola. Para grande decepção de todos, Tistu dorme nas aulas.
Sr Papai resolve fazer com que Tistu aprenda as coisas vendo-as e vivenciando-as. As aulas serão com o jardineiro Bigode
e com o gerente da fábrica de canhões, o Sr Trovões. 
Na primeira aula, o jardineiro bigode descobre um dom fantástico em Tistu: o menino tem o dedo verde! Isto significa que, onde ele colocar o dedo, nascerão flores! Porém as pessoas grandes não iriam entender este dom. Seria melhor mantê-lo em segredo. Bigode se transforma no conselheiro de Tistu.
Com o Sr Trovões Tistu conhece um pouco do lado triste do mundo: a miséria, a prisão, o hospital. Ele resolve alegrar estes ambientes colocando seu dedo lá, mas no anonimato. 
Assim, à noite foi até a cadeia e colocou seu dedo por todos os lugares. Para o espanto da população, o presídio ficou com tantas flores que as portas não conseguiam mais fechar. Mas os presos não queriam fugir, pois estavam maravilhados!
No outro dia fez a mesma coisa na favela. As flores da favela absorveram o lamaçal e enfeitaram as casas, transformando a favela em atração turística. 
Tistu resolve melhorar o hospital. A menina do hospital, que antes contava os buraquinhos do teto para passar o tempo agora conta botões de rosas, que nascem em volta do seu leito.
A cidade, e a vida das pessoas da cidade, mudaram completamente. A cidade mudou até de nome: virou Miraflores! Tistu então conhece a fábrica do Sr Papai. Ele fica inconformado com o mal que os canhões e as guerras trazem. Secretamente, coloca o dedo nos canhões que estavam sendo enviados para uma guerra. Resultado: a guerra fracassa, pois ao invés de bombas, os canhões lançaram flores.
Tistu então conhece a fábrica do Sr Papai. Ele fica inconformado com o mal que os canhões e as guerras trazem. Secretamente, coloca o dedo nos canhões que estavam sendo enviados para uma guerra. Resultado: a guerra fracassa, pois ao invés de bombas, os canhões lançaram flores. A fábrica é arruinada. 
Vendo o desespero do sr Papai, Tistu resolve revelar que foi ele quem colocou as flores nos canhões e prova isso fazendo nascer uma flor no quadro de seu avô, na parede.
Sr Papai resolve então transformar a fábrica de canhões em fábrica de flores. A cidade passa a se chamar Miraflores. 


Um dia Tistu recebe a notícia de que o jardineiro Bigode tinha ido viajar, que estava dormindo. Confuso com as informações, Tistu pergunta para seu pônei o que aconteceu com Bigode. Ele revela: Bigode morreu. E este é o único mal em que as flores não podem fazer nada. 
 - Se Bigode morreu, ele está no céu. Então, vou construir uma escada com minhas flores para ele descer! – conclui Tistu. Após construir a escala, era impossível ver onde ela estava terminando. Sumia no céu. Tistu esperou mas bigode não desce. Então ele resolve ir busca-lo. Seu pônei tenta impedi-lo sem sucesso. Tistu sobe a escada, vê sua casa diminuindo, vê as nuvens, perde seus chinelinhos e escuta a voz do Bigode: - Ah, você está aqui! 
Naquela manhã os moradores da Casa-que-Brilha saíram a procura de Tistu e encontraram uma relva diferente, roída pelo pônei, com botões de rosas dourados, formado a frase: Tistu era um Anjo. 


“Tistou Les Pouces Verts” foi escrito em 1957 pelo escritor francês Maurice Druon. 


4)     Fixando o tema:
       Tistu mudou a cidade onde morava com o poder do Amor e do belo. Podemos mudar nossas vidas trazendo a beleza para ela. Deus cobriu a Terra de coisas belas e boas: as flores, as borboletas, os pássaros, os animaiszinhos e as pessoas. Quando sorrimos, desejamos ser alegres e pensamos no bem nossa vida fica mais feliz. Quando cuidamos de nós e de nossas coisas com amor e capricho trazemos o belo para perto de nós e nos sentimos bem. Cuidar com carinho de nosso quarto, nossos brinquedos, nosso material, nossas roupas e nosso corpo é importante. Mas é muito importante cuidarmos de nossos sentimentos e pensamentos: tentar gostar de todo o mundo, usar palabvrinhas mágicas sempe, sorrir com amor! Assim poderemos fazer igual ao Tistu: transformar o mundo para melhor!
5)    Questionando...
Pedir às crianças que pensem no que podem fazer para transformar o mundo e depois criarem um desenho que demonstre essa atitude.

6)    Arte:
Preparar uma cartolina branca e propor às crianças que criem uma imagem do lindo jardim de Tistu, trabalhando com carimbo de mãozinhas e dedinhos.







7)    Música:


Tum Tum Tum

Elizabete Lacerda

Você sabe com bate o coração de Jesus?
Eu sei!
Tum Tum Tum, lá lá lá lá ia.
Tum Tum Tum, lá lá lá lá ia.
É preciso conhecer o amor.
É preciso compreender meu irmão.
Só assim eu vou saber, como bate o coração de Jesus, de Jesus.
Toda vez que a tristeza chegar.
Se acaso eu não puder caminhar.
A canção que vou ouvir, é o som do coração de Jesus, de Jesus.
Tum Tum Tum, lá lá lá ia lá ia.
Tum Tum Tum, lá lá lá ia lá ia.
Tum Tum Tum, bate o coração de Jesus.
Tum Tum Tum, bate o coração de Jesus. BIS......
Não há dor, que Ele não possa curar.
Não há mau, que vai pra sempre existir.
Eu só sei que posso ouvir a canção do coração de Jesus, de Jesus.
Vamos juntos essa prece cantar.
Nossas mãos a de Jesus encontrar.
Já podemos escutar, como bate o coração de Jesus, de Jesus.
Tum Tum Tum, lá lá lá ia lá ia.
Tum Tum Tum, lá lá lá ia lá ia.
Tum Tum Tum, bate o coração de Jesus.
Tum Tum Tum, bate o coração de Jesus. BIS......

VII.         Prece Final.
     

Subsídios para o Evangelizador:

O Evangelho Segundo o Espiritismo

por ALLAN KARDEC – tradução de José Herculano Pires

 IV – O Homem No Mundo

UM ESPÍRITO PROTETOR
Bordeaux, 1863
 10 – Um sentimento de piedade deve sempre animar o coração daqueles que se reúnem sob o olhar do Senhor, implorando a assistência dos Bons Espíritos. Purificai, portanto, os vossos corações.Não deixeis que pensamentos fúteis ou mundanos os perturbem. Elevai o  vosso espírito para aqueles a quem chamais, a fim de que eles possam, encontrando em vós as disposições favoráveis, lançar em profusão as sementes que devem germinar os vossos corações, para neles produzir os frutos da caridade e da justiça.
            Não penseis, porém, que aos vos exortar incessantemente à prece e à evocação mental, queiramos levar-vos a viver uma vida mística, que vos mantenha fora das leis da sociedade em que estais condenados a viver. Não. Vivei com os homens do vosso tempo, como devem viver os homens; sacrificai-vos às necessidades, e até mesmo às frivolidades de cada dia, mas fazei-o com um sentimento de pureza que as possa santificar.
            Fostes chamados ao contato de espíritos de naturezas diversas, de caracteres antagônicos: não melindreis a nenhum daqueles com quem vos encontrardes. Estai sempre alegres e contentes, mas com a alegria de uma boa consciência e a ventura do herdeiro do céu, que conta os dias que o aproximam de sua herança.
            A virtude não consiste numa aparência severa e lúgubre, ou em repelir os prazeres que a condição humana permite. Basta referir todos os vossos atos ao Criador, que vos deu a vida. Basta, ao começar ou acabar uma tarefa, que eleveis o pensamento ao Criador, pedindo-lhe, num impulso da alma, a sua proteção para executá-la ou a sua benção para a obra acabada. Ao fazer qualquer coisa, voltai vosso pensamento à fonte suprema; nada façais sem que a lembrança de Deus venta purificar e santificar os vossos atos.
            A perfeição, como disse o Cristo, encontra-se inteiramente na prática da caridade sem limites, pois os deveres da caridade abrangem todas as posições sociais, desde a mais íntima até a mais elevada. O homem que vivesse isolado não teria como exercer a caridade. Somente no contato com os semelhantes, nas lutas mais penosas, ele encontra a ocasião de praticá-la. Aquele que se isola, portanto, priva-se voluntariamente do mais poderoso meio de perfeição: só tendo de pensar em si, sua vida é a de um egoísta. (Ver cap. V. nº 26)
            Não imagineis, portanto, que para viver em constante comunicação conosco, para viver sob o olhar do Senhor, seja preciso entregar-se ao cilício e cobrir-se de cinzas. Não, não, ainda uma vez: não! Sede felizes no quadro das necessidades humanas, mas que na vossa felicidade não entre jamais um pensamento ou um ato que possa ofender a Deus, ou fazer que se vele a face dos que vos amam e vos dirigem.

Paz e luz!
Laura




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