Lindo"

terça-feira, 27 de março de 2012

Aula: Amar ao próximo como a si mesmo





Aula: “Amar ao próximo como a si mesmo.”
Turma: Maternal – Sala Meimei
I – Acolhida e Prece.
  II – Harmonização.
Mostrar uma foto do globo terrestre.
Colocar uma música suave de fundo. Pedir às crianças para se sentarem, fecharem os olhinhos e relaxarem. Diga a elas para prestar atenção em cada parte do corpo que você falar:
Relaxem os pés, sintam como se eles estivessem flutuando. Relaxem as pernas, deixando-as bem relaxadas. Relaxem o tronco, relaxem os braços, relaxem a cabeça. Agora vocês estão flutuando, como se estivessem boiando na água. Agora, imaginem que estão sentados em frente a um lago muito calmo e bonito.
Agora imaginem que a Terra. Na Terra moram muitas, muitas pessoas. Imaginem seus corações pulsando de amor por todas as  pessoas. Seu coração é feito de luz, e dele saem jorros de luz cor de rosa, e envolvem todas as pessoas. Seu amor está envolvendo todas as pessoas do mundo. Como é bom dar amor!
Agora vamos mexendo os pés e as pernas bem devagar, mexam os braços, a cabeça, abram os olhos.
III. Dinâmica.
Dividir os Evangelizando em pares. Mandar tirar par ou ímpar, uma dupla de cada vez. Os Evangelizandos que ganharem deverão dar uma tarefa para os que perderem cumprir.  O Evangelizador deverá anotar as tarefas pedidas. Ex.:
João e Maria tiraram par ou ímpar. João perdeu. Maria pediu que João dançasse. Ao final, explicar que a tarefa deve ser cumprida por quem  a solicitou! No exemplo acima, Maria é que terá de dançar. Inserir o tema Amar ao Próximo como a si mesmo – se você soubesse que deveria cumprir a tarefa teria escolhido essa tarefa mesmo? É, não devemos desejar para o próximo o que não queremos para nós mesmos!

IV. Contar a seguinte estória:
Um dia um homem muito importante perguntou a Jesus o que fazer para ganhar a vida eterna. Jesus então respondeu que ele devia amar a Deus de todo o coração, e ao próximo como a si mesmo. Ele perguntou a Jesus quem é o nosso próximo. Jesus então lhe contou uma parábola, que é uma estória,  uma linda estória. Essa é a estória que vou contar para vocês – A Parábola do Bom Samaritano!

(Lucas, capítulo 10º, versículos 25 a 37) 
Um dia, um pobre homem descia da cidade de Jerusalém para uma outra cidade, Jericó, seguindo um grande rio, o Rio Jordão. 
A estrada era cheia de curvas. Nela havia mui­tos penhascos, em cujas grutas era comum se refu­giarem homens que viviam de assaltar os outros nas estradas, chamados salteadores, que naquele tem­po eram muitos e perigosos. 
O pobre viajante foi assaltado pelos ladrões. Os salteadores usaram de muita maldade, pois, além de roubarem tudo o que o pobre homem trazia, ainda o espancaram com muita violência, deixando-o quase morto no caminho. 



 Logo depois do criminoso assalto, passou por aquele mesmo lugar um sacerdote do Templo de Sa­lomão. Esse sacerdote vinha de uma grande cidade, Jerusalém, onde pos­sivelmente terminara seus serviços religiosos, e se dirigia também para Jericô. Viu o pobre viajante caido na estrada, ferido, meio morto. Não se deteve, porém, para socorrê-lo. Não teve compaixão do pobre ferido, abandonado no chão da estrada. Apesar dos seus conhecimentos da Lei de Deus, era um homem de coração muito frio. Por isso, continuou sua viagem, descendo a montanha, indiferente aos sofri­mentos do infeliz... 




 Instantes depois, passa também pelo mesmo lu­gar um levita. Os levitas eram ajudavam os sacerdotes no Templo. Esse levita não procedeu melhor do que o sacerdote. Também conhecia a Lei de Deus, mas, na sua alma não havia bondade e ele fez o mesmo que o padre, seu chefe. Viu o ferido e passou de largo.  

Uma terceira pessoa passa pelo mesmo lugar. Era um samaritano, um homem considerado pelo povo daquela época ignorante das leis de Deus, que igualmente vinha de Jeru­salém. Viu também o infeliz ferido da estrada, mas, não procedeu com: o sacerdote e o levita. O bom samaritano desceu do seu animal, aproximou-se do pobre judeu e se encheu de grande compaixão, quan­do o contemplou de perto, com as vestes rasgadas e sangrentas e o corpo ferido pelas pancadas que rece­bera. 


 Imediatamente, o bondoso samaritano retirou do seu saco de viagem duas pequenas vasilhas. Uma era de vinho, com ele desinfetou as feridas do pobre homem; outra, de azeite, com que lhe aliviou as do­res. Atou-lhe os ferimentos e levantou o desconhe­cido, colocando-o no seu animal. Em seguida, condu­ziu-o para uma pousada próxima e cuidou dele co­mo carinhoso enfermeiro, durante toda a noite. 


Na manhã seguinte, tendo de continuar sua viagem, chamou o dono do pequeno hotel, entregou-lhe dinheiro e recomendou-lhe que cuidasse bem do pobre ferido:
— Tem cuidado com o pobre homem. Se gastares alguma coisa além deste dinheiro que te deixo, eu te pagarei tudo quando voltar.


 
* * *
Ou mostrar o vídeo:





V – Atividades
1)    Encerrar dizendo que Jesus depois de contar a estória perguntou ao homem o que agora o Evangelizador perguntará aos Evangelizandos:
— Qual dos três (o sacerdote, o levita ou o sa­maritano) te parece que foi o próximo do pobre ho­mem que caiu em poder dos ladrões? 
— Foi o que usou de misericórdia para com ele —respondeu o doutor. 
— Vai e faze o mesmo — disse o Divino Mestre. 
Assim também nós devemos proceder: amando nosso próximo – nosso próximo é todo aquele que está perto de nós – nossos pais, nossos irmãos, avós, tios, primos, enfim, nossa família, nossos vizinhos, nossos amiguinhos, nossos professores, nossos colegas da escola, da Evangelização e todos aqueles que cruzarem nosso caminho. Devemos tratar a todos com carinho, amor, como gostamos de ser tratados. Ajudar sempre. Só assim seremos felizes.
2)    Levar um boneco grande com muitos ferimentos e hematomas feitos com maquiagem. Vestir o boneco como uma túnica. Fazer cabelo e barba de lã preta. Deitar o boneco sobre a mesa e dizer que ele é o homem que foi assaltado e deixado ferido. Levar uma cestinha com material para curativos (esparadrapo, algodão, gaze, band aid, um vidrinho com suco de uva, um com azeite) , uma garrafa de água para beber, umas frutas (em quantidade que dêem para todos – por exemplo – um cacho de uvas. Pedir às crianças que procedam como o bom samaritano. Aguarde o resultado e vá orientando os Evangelizandos sobre os  pontos da aula.
3)    Ensinar a Música “Dona Centopéia” de Sônia Palma, CD Histórias Cantadas – Lar Fabiano de Cristo – faixa  17. Letra:
Dona Centopéia com seus cem pezinhos
Segue apressada pelo seu caminho
Foi quando um sapinho
Chorando ela avistou
- Vem cá, amiguinho, ajudar você eu vou!
Dona Centopéia com seus cem pezinhos
Segue apressada pelo seu caminho
Foi quando um gatinho
Chorando ela avistou
- Vem cá, amiguinho, ajudar você eu vou!
Dona Centopéia com seus cem pezinhos
Segue apressada pelo seu caminho
Foi quando um cachorrinho
Chorando ela avistou
- Vem cá, amiguinho, ajudar você eu vou, vem cá!
Dona Centopéia com seus cem pezinhos
Segue apressada pelo seu caminho
Cuidou de todos eles
Deu carinho e atenção
Viva a Centopéia do bondoso coração! Viva!
Dona Centopéia com seus cem pezinhos
Segue ajudando a todos no caminho!
Dona Centopéia com seus cem pezinhos
Segue ajudando a todos no caminho!

4)    Distribuir o Labirinto do Bom Samaritano para ser pintado e resolvido:


Ajude o Samaritano a encontrar um abrigo para o homem doente.






Subsídios para o Evangelizador:
Fariseus (do hebreu, Pha rash , quer dizer divisão separação )  -         Parte da teologia judaica, era formada pela tradição.
       Entre os doutores, assunto era objeto de intermináveis discussões. Na maioria dos casos, sobre simples questões de palavras ou de forma. A seita dos fariseus teve como chefe Hilel, doutor judeu, nascido na Babilonia, fundador de uma escola célebre, onde se ensinava que a fé só se devia as Escrituras.
       Tomavam parte nas controvérsias públicas e religiosas. Observadores sérios das praticas exteriores do culto e das cerimonias, chios de zelo ardente pelo proselitismo, inimigos dos inovadores, afetavam grande severidade de princípios mas sob a aparência de meticulosa devoção ocultavam costumes dissolutos. Mito orgulho e sobre tudo excessivo afã de dominação. Para eles a religião era antes um meio de prosperar do que objetivo de fé sincera.
       Tinham apenas no exterior a ostentação da virtude . Mesmo assim exerciam grande influência sobre o povoa cujos olhos passavam por santos, rasam porque eram poderosos em Jerusalém.
       Criam na imortalidade da alma, na ressurreição dos mortos, mas apegavam-se a letra dos ensinos e Jesus que acima de tudo apreciava a simplicidade e as qualidades do coração, que preferia na Lei o espírito que vivifica à letra que mata ,dedicou-se durante a sua missão a desmascarar a hipocrisia daqueles e em conseqüência , neles teve os mais encarniçados inimigos, por isso uniram-se aos príncipes dos sacerdotes para contra ele amotinar o povo e faze-lo matar.
Sacerdote - Ministro da Bíblia, investido de autoridade. A função essencial de seu cargo era a de mediador entre Deus e os homens. As obrigações em geral eram ministrar no santuário, diante do Senhor ,ensinar o povo a guardar a Lei de Deus e tomar conhecimento da Lei Divina consultando o Urim e o Thummim.
Urim e Thummim -  Nome de um ou mais objetos pertencentes ao Santuário que o sacerdote traz no peito quando se apresentava diante do Senhor. Por meio desses objetos o sacerdote consulta a vontade de Deus em coisas difíceis. A resposta consistia em uma iluminação interna (intuição).
       Tinham eles maneiras especiais de se vestirem-se pentearem-se e viver.
Levita - São os descendentes de Levi, filho de Jacó.
       Tomavam conta do santuário . O zelo, o transporte do rico Santuário. O preparo dos materiais necessários ao culto, reclamavam serviços que excediam as forças de um homem ou de uma família
       O cuidado do Tabernáculo erra um cargo muito honroso.
       Foram escolhidos os levitas para o serviço que se relacionava com o Tabernáculo pelo motivo de que quando o povo quebrou o pacto com Deus e fabricou o bezerro de ouro, somente os levitas permaneceram fieis a sua aliança com Deus. Os levitas, distinguiam-se nas grandes solenidade vestindo-se com túnicas de linho.
       Eram portanto pessoas especiais e com cargos também especiais.
Samaritanos - Vem da Samaria que chamava-se a principio Shamron que quer dizer lugar de vigília, guardiã, sentinela.
       E parecia muito apropriada a uma cidade situada no alto de um monte. Possuía um vale muito fértil com bosques e terras boas para o plantio.
       Eram desprezados pelos Judeus pelo fato de ser uma raça misturada com Babilônicos. E árabes. Estes elementos estrangeiros, levaram consigo a sua idolatria. Levantavam imagens de seus deuses nos lugares altos de Israel combinando a idolatria com o culto de Jehovah (Deus ).
       O culto pagão crescia e os judeus sentiam repugnância em manter relações sociais e religiosas com os samaritanos. E não permitiam a adoração deles no Templo de Jerusalém.
       Eles então se insularam na Samaria e fundaram o seu próprio templo, sobre o monte Garizim e declaravam não pertencer a mesma raça. E agradavam aos estrangeiros mostrando desejo de que seu templo fosse dedicado a Júpiter. Defensor dos estrangeiros.
       Mais tarde o motivo que levou os Samaritanos a receberem o Evangelho foi a pregação
       De Felipe através dos milagres operados por ele. Outro motivo , foi Jesus admitir –lhes os mesmos privilégios de que gozavam os Judeus convertidos ao Evangelho.

 Paz e luz!
Laura.

    





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