Lindo"

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Transição Planetária - O Estágio Preparatório

    
Oi, meus queridos, depois de muita cobrança estou colocando mais um post sobre a transição planetária.
Vocês devem estar se perguntando o que está acontecendo com os espíritos renitentes no mal que já foram recolhidos pelo transportador, conforme narrado no post anterior. Pois bem, o Espírito Lucius nos relata, através da psicografia de André Luiz Ruiz, no livro "Herdeiros do Novo Mundo", o seguinte:
"O Estágio Preparatório.
    A paisagem era penumbrosa e se assemelhava ao estado vibratório  de tantas entidades ali concentradas, como se aquele ambiente se houvesse transformado em um grande asilo de desditosos e infelizes, loucos,m criminosos, rebeldes e indiferentes.
    Revolta e ira, perseguições e gritos, dores e angústias de todos os tipos e padrões se manifestavam como o cruel e triste resultado das opções milenares   que tais espíritos haviam feito, agora definitivamente afastados do convívio humano.
    Convidados às transformações que lhes garantiriam, ainda que na última hora, a possibilidade de prosseguirem sua evolução por caminhos menos ásperos, essa turba de indiferentes e gozadores  da vida, imaginando que podeira se manter à margem da Justiça do Universo, viu-se colhida pelo amargo fruto de suas próprias sementeiras infelizes.
   Entre outros, ali estavam almas dos corruptos, exploradores de vícios, governantes irresponsáveis, autoridades venais, pessoas orgulhosas, adeptas e cultivadoras do arsenal dos prazeres desvairados, religiosos venais, exploradores e desencaminhadores do rebanho de almas que estava sob sua responsabilidade. 
     Astutos negociantes se assemelhavam a lobos devoradores em busca de novas vítimas, sem que s possuíssem, agora, para atacá-las com sua astúcia.
    Viciados carregavam a marca  dos próprios deslizes nas estruturas nas estruturas deformadas de sus perispíritos, demonstrando s dependências químicas ou  morais que definiram em suas condutas durante a vida física  ou as que mantiveram, depois da morte, nos fenômenos da fixação mental.
    (...) Eram uma grande massa de violentos desditosos, dignos de lástima e piedade pelo tempo desperdiçado e pela dor que infingiram a si mesmos.
    Outra circunstância comum a todos era a do desprezo aos convites do Bem. Haviam recebido, das mil maneiras com as quais o Criador procurou despertá-los, algum tipo de convocação para a modificação de seus sentimentos e a  renovação de suas atitudes. Optaram por ridicularizar a necessidade de transformação e  não abdicaram das condutas nefastas, grafando a própria sentenças de banimento,  condenando-se ao exílio necessário, excluindo-se dos futuros promissores da humanidade  renovada.
    Dotados de vibrações incompatíveis com aquelas que se instalavam na Terra e já sendo definido a estrada que melhor lhe servia, não mais seria possível continuarem perturbando a existência dos que se esforçavam em  busca da elevação espiritual, lutando par adortar uma vida compatível com os princípios morais adequados para a \Nova Humanidade. Então, atendendo aos decretos divinos, uma vez ostentando as vibrações inadequadas, seguiam em novo curso de evolução, "Despedindo-se da Terra" com a finalidade de permitir que os que ficassem, livres de suas pressões psíquicas, pudessem continuar "Esculpindo o Próprio Destino".
    Assim, enquanto esperavam traslado para outa morada celeste de padrão primitivo, eram provisoriamente transferidos para a estéril superfície da Lua terrestre, confinados à distância da azulada esfera dos homens. Tal medida de isolamento evitava que continuassem a atuar negativamente, usando seus tentáculos magnéticos sobre os vivos do mundo, já por si mesmos tão perturbados pelos fenômenos da grande transição. Além do mais, esse afastamento os favorecia uma vez que, com ele, já iniciavam a adaptação aos ambientes mais hostis para onde seriam levados, preparando-os para a migração coletiva à atmosfera do mundo a que se destinavam, com seu transporte para longe do orbe terráqueo. 
(...)  A dor era superlativa, sobretudo pelas necessidades fisiológicas que, como já se disse, continuavam dominantes em seus espíritos. Graças a tal debilidade, era verdadeiro martírio mental para boa parte dos espíritos visualizar a imensa esfera aquosa ao longe, com seus mananciais generosos e frescos a recordá-los do prazer de um copo de água fresca a abastecer seus corpos. Fugiam, então, para o outo lado do satélite terrestres onde não fossem tentados pela beleza azul. No entanto, do outro lado encontravam-se com outro desafio: A luz intensa proveniente do Sol atuando sobre seus perispíritos e dando-lhes a ideia que estavam sendo queimados vivos sem se consumirem, desertificando ainda mais suas esperanças. Fugindo do tórrido ambiente em busca da área lunar sombreada, dependendo da posição ocupada pelo satélite terrestre nas etapas do ciclo lunar, viam-se colhidos pela gélida escuridão que a muitos horrorizava. (...)Nesse grande movimento seletivo instaurado no mundo, os esforços superiores visava, despertar o maior número de seres para que não desperdiçassem as  últimas chances de evitar o triste degredo que, mesmo não tendo um caráter vingativo, correspondia à perda das facilidades do progresso já experimentados no mundo, trocado por uma atmosfera primitiva, áspera e hostil. Por isso é que Deus, através dos avanços tecnológicos atuais, mormente nas tele comunicações, multiplicava o chavado às ovelhas do rebanho espalhadas por toda a aparte.
    (...) Os tormentos experimentados no ambiente Lunar narrados aqui superficialmente eram, apenas, o estágio de preparação para as temíveis aflições que se fazem necessárias ao perpetramento dos alienados e trânsfugas da Lei Divina, o cortejo das dores e ranger de dentes que são abundantes nos muntos inferiores para onde serão encaminhados."
    Pois bem, meu queridos, é uma narrativa verdadeiramente assustadora. Efetivamente é nossa última hora. A última chance que temos de aqui continuar, pois após as tempestades que certamente advirão (pois não existe parto natural sem dor) nosso querido planeta se transformará não só fisicamente, mas sobretudo moralmente.
    Quando daqui for afastado o joio, como nos alertou nosso amado Mestre Jesus, a Terra se transformará num grande campo de trigo, onde frutificará a sementeira da Paz, do Amor, da Justiça, da Caridade.
    Urge que implementemos seriamente uma viagem de autoconhecimento ao âmago de nosso ser, buscando corajosamente conhecer os monstros que habitam dentro de nós. É hora de deixarmos cair as máscaras, olharmos no espelho e nos enxergarmos em ossa plenitude, a fim de que, sem mentira, possamos arrancar de nós as raízes do orgulho, do egoísmo, da ignorância, deixando o campo livre para brilhar a luz que existe em cada um de nós.
    Mas é preciso ter coragem. Desnudar-se interiormente não é tarefa fácil nem prazerosa, mas crucial para continuarmos a fazer parte da Humanidade Terrestre. O apóstolo Paulo nos indica o caminho:

"Portanto, como eleitos de Deus, santos, e amados, revesti-vos de entranhada misericórdia, de compaixão, de  benignidade, de humildade, de mansidão, de longanimidade. Suportai-vos uns aos outros, perdoai-vos uns aos outros, se alguém tiver queixa  contra outrem. Assim como o Senhor vos perdoou, assim também perdoai vós. E, sobre tudo isto, revesti-vos de amor, que é o vínculo da perfeição. Triunfe em vossos corações a paz de Cristo, para a qual fostes chamados a fim de formar um único corpo. E sede agradecidos."
(Epístola aos Colossenses, 3,12-15)

    Lutemos para fazer jorrar de nossos corações toda a luz que ali está armazenada, transformando-nos no homem novo, o homem da nova era de paz, harmonia, caridade e felicidade que já alvorece em nossa amada Terra.  Que Jesus permita que o lírio que habita dentro de nós possa florescer, apesar do pântano dos sentimentos negativos arraigados há milênios em nosso íntimo. Sejamos faróis de luz a iluminar corações, a espalhar o consolo do Cristo para todos.

Paz e Luz!
Laura
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