Lindo"

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Aula: “Amai os vossos inimigos.” Maternal



Aula: “Amai os vossos inimigos.”
Turma: Maternal  – Sala Meimei
I – Acolhida e Prece.
  II – Harmonização.
 III. Atividades 
     1)     Apresentar a seguinte estória com fantoches:
Vou apresentar para vocês duas meninas: a primeira é a Hilda, uma menina muito rica porém com o coração era um tanto quanto sequinho. A segunda é a  Vivi, uma menina muito pobrezinha, mas com o coração brilhante como um farol, que todos os dias saia às ruas vendendo os doces que sua mamãe fazia para sustentá-las.
Todos os dias Vivi, segurando a bandeja de doces, anunciava:
_ Olha o docinho, docinhos caseiros bem gostosinhos.
Hilda, ao ouvir a Vivi, dizia:
- Que vergonha, gritando pela rua de bandeja na mão, vai embora, moleca!
A modesta Vivi começa a tremer, empalidecendo.
A mamãe de Hilda, triste com a atitude da  filha e querendo educá-la, chegava bem pertinho de Vivi e lhe dizia:
- Que doces lindos, cheirosos e perfeitos! Quem os fez?
- Foi a mamãe, respondia Vivi com um sorriso.
A boa senhora comprava os docinhos e dizia para sua filha:
- Hilda, querida, não faça isso! Não devemos maltratar as pessoas. Hoje é a Vivi que precisa, quem sabe amanhã poderá ser você? Você gostaria que alguém a tratasse assim?
Hilda, porém, resmungava. À noite seu papai também falava:
- Não deboche de ninguém, minha filha. Todo trabalho é bom, e a Vivi é uma menina muito boa, que não tem vergonha de sair vendendo doces de porta em porta para ajudar sua mamãe.
Hilda, porém, no dia seguinte, voltava a maltratar a pequena Vivi:
- Saia daqui, sua mulambenta, bruxa, bruxa!
Sua mãe, aflita, corria a afagar Vivi, e voltava a zangar com Hilda.
O tempo passou, passou...
O paizinho de Hilda desencarnou. Sua mamãe, aflita, não sabia o que fazer para pagar todas as contas.
Hilda chorou, chorou, lembrou-se de seu paizinho e à noite sonhou que ele vinha lá do céu e lhe dizia:
-Não, chore, minha filhi nha, vai vender doces para ajudar a mamãe!
No outro dia Hilda contou o sonho à mamãe, e juntas fizeram muitos tabuleiros de docinhos, que cortaram em quadradinhos, colocaram em uma bandeja coberta por um paninho muito limpinho e Hilda saiu vendedo seus doces.
Algumas pessoas compraram os doces, mas uns meninos na esquina começaram a gritar:
- Fora, bruxa de bandeja!
Hilda, muito envergonhada, bateu à porta de uma casa, e qual não foi sua surpresa ao ver a antiga vendedora de doces, Vivi, que já estava crescida e bem vestida, pois havia conseguido um bom emprego. Hilda ficou esperando eu Vivi a maltratasse como ela havia feito, mas Vivi, olhando-a enternecida, falou:
- Que lindos e perfeitos doces. Tão cheirosos! Quem os fez?
Hilda respondeu:
- Foi a mamãe.
Vivi comprou todos os doces que ainda restavam na bandeja, e, carinhosamente, abraçou Hilda que chorou agradecida e, desde esse dia transformou-se em uma menina boa e feliz.
Adaptação de “A Lição Inesquecível”, extraída do livro Alvorada Cristã, de Neio Lúcio, psicografado por Francisco Cândido Xavier.
      
    2)    Conversar sobre o conteúdo do tema e do Teatro.
    3)    Dizer aos Evangelizandos que temos que viver plenamente o amor, e que existiu um homem que fez isso m uito bem, inclusive ele é o Patrono de nossa casa, seu nome é Francisco de Assis. Ele viveu em um país muito longe, chamado Itália, amava todos os seres humanos, independente de serem pobres, ricos, negros, brancos, amava os animais e toda a natureza.
Esse homem especial nos ensinou que sempe devemos procurar o lado bom em tudo o que acontece. Ele nos ensinou uma linda música, que vamos ouvir:


   4)     Agora vamos fazer cada um um lindo São Francisco de Assis, de EVA, para nos lembrarmos de viver plenamente os ensinamentos de nosso Mestre Jesus:



Subsídios para o Evangelizador:
Quando falou que se alguém nos batesse numa face, deveríamos oferecer a outra, expressou um grandioso ensinamento que, se levado em conta, teríamos a solução para todas as situações desagradáveis que surgissem em nossa vida.

Oferecer a outra face não quer dizer dar o rosto para bater. É uma metáfora que sugere que se a situação nos chega de forma desagradável, devemos mostrar a face oposta.

Dar a outra face é mudar a paisagem, é uma ação positiva diante de uma negativa.

Assim, quando todos atiram pedras, ofereça uma flor.

Quando todos caminham para o lado errado, mostre o passo certo.

Se tudo estiver escuro, se nada puder ser visto, acenda você uma luz, ilumine as trevas com uma pequena lâmpada.

Quando todos estiverem chorando, dê o primeiro sorriso; não com lábios sorridentes, mas com um coração que compreenda, com braços que confortem.

Quando ninguém souber coisa alguma, e você souber um pouquinho, ensine, começando por aprender, corrigindo-se a si mesmo.

Quando alguém estiver angustiado, mostre-lhe a face do conforto.

Se encontrar alguém em desespero, acene com a esperança, mesmo que isso seja um desafio para você mesmo.

Quando a terra dos corações estiver seca, que sua mão possa regá-las.

Quando a flor do afeto estiver sufocada pelos espinhos da incompreensão, que sua mão saiba arrancar a praga, afagar a pétala, acariciar a flor.

Onde haja portas fechadas para o entendimento, leve a chave da concórdia e da compreensão.

Onde o vento sopra, frio, enregelando corações, que o calor de sua alma seja proteção e abrigo.

Se alguém caminha sem rumo, mostre-lhe as pegadas que conduzem a um porto seguro.

Onde a crítica azeda for o assunto principal, ofereça uma palavra de otimismo, um raio de esperança, uma luz que rompe as trevas e clareia o ambiente mental.

Quando todos parecerem perdidos, mostre o caminho de volta.

Quando a face da solidão se mostrar como única alternativa na vida de alguém, seja uma presença que conforta, ainda que uma presença silenciosa.

Onde o manto escuro da morte se apresenta como um beco sem saída, fale da vida exuberante que aguarda os seres que fazem a passagem pela porta estreita do túmulo.

Seja você a oferecer a face sorridente e otimista da vida, onde a tristeza e o pessimismo marcam presença.

Pense nisso!

Num dia, que não vai muito distante, um homem especial nasceu na região da úmbria, na Itália.

Ele ficou conhecido como Francisco de Assis, pois foi em Assis que ele nasceu.

Aquele homem singular sabia o que Jesus pretendeu dizer quando falou sobre oferecer a outra face.

Sua vida foi um hino de paz, e sua oração ficou imortalizada nas páginas da história, como a oração de Francisco de Assis.

Ele pede ao senhor: "faze de mim um instrumento da tua paz".

Onde houver ódio, faze que eu leve o amor.

Onde houver ofensa, que eu leve o perdão.

Onde houver discórdia, que eu leve a união.

Onde houver dúvidas, que eu leve a fé.

Onde houver erros, que eu leve a verdade.

Onde houver desespero, que eu leve a esperança.

Onde houver tristeza, que eu leve a alegria.

Onde houver trevas, que eu leve a luz.

Eis um homem que foi um verdadeiro instrumento da paz.

IV. Prece Final. 
Paz e luz! 
Laura



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